RADAR INFOMONEY Ações da WEG disparam 137% no ano e Bolsa segue de olho em impasse do pacote de estímulo nos EUA

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Banco de horas: é possível reduzir gastos com o RH sem demitir ninguém

Transformar o pagamento das horas extras em folgas no trabalho pode ser uma boa opção para todos

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SÃO PAULO – Os gastos da sua empresa estão muito altos e, de alguma forma, é preciso reduzir custos para manter o controle dos negócios e uma situação mais confortável. A primeira idéia que passou na sua cabeça, e a que passa pela mente de muitos empresários, é promover um corte na equipe. Mas será que esta é a melhor saída?

Acontece que é possível economizar mantendo o quadro atual de funcionários. A área de recursos humanos de uma empresa permite atitudes mais flexíveis, como a dica que iremos tratar aqui: o banco de horas.

Os gastos com o pagamento de horas extras são significativamente elevados, uma vez que é necessário pagar um adicional mínimo sobre o valor da hora trabalhada a mais, além de seus reflexos sobre férias, décimo terceiro salário e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
Vantagens

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Ao adotar o sistema de banco de horas, a empresa corta estes gastos e estabelece uma nova política de trabalho, afinal, as horas extras que antes representavam um dinheiro a mais na remuneração do final do mês, agora se transformarão em dia(s) de folga no trabalho.

Caso a posição de toda a equipe seja favorável ao novo sistema, então o acordo deve ser homologado no sindicato da categoria.

Isto porque cada sindicato mantém a sua convenção coletiva, que estabelece os direitos trabalhistas que deverão ser assegurados aos trabalhadores sindicalizados. Em geral, são permitidas duas horas extras por cada funcionário por dia, mas há acordos que prevêem números diferentes.

Com isto, o trabalhador vai acumulando horas no banco que garantirão a ele o direito a folgas no trabalho conforme acordo com o seu supervisor. Vale lembrar, entretanto, que o acúmulo do tempo trabalhado a mais tem prazo definido: as horas não podem durar mais de um ano no banco conforme estabelece a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), isto é, as folgas devem ser agendadas durante este período.