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Bagagem extraviada é o maior fator de estresse entre viajantes corporativos

Pesquisa da CWT é baseada em respostas de seis mil viajantes de negócios de nove empresas globais, foram entrevistas seis mil pessoas de nove empresas

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SÃO PAULO – Bagagem extraviada e falta de conexão à internet são os maiores fatores de estresse para viajantes corporativos, segundo a pesquisa da CWT (Carlson Wagonlit Travel) com base em respostas de seis mil viajantes de negócios de nove empresas globais.

A pesquisa apurou que entre as categorias de estresse, três se destacam: tempo perdido; surpresas – incluindo perda ou atraso de bagagem, e a quebra da rotina. Os entrevistados marcaram 33 fatores de acordo com a intensidade percebida.

Partindo de uma escala de 10 a 100 – sendo 100 a tensão máxima percebida, os viajantes corporativos ficam mais estressados com bagagem extraviada (79), falta de conexão com internet (77), viajar de classe econômica em percursos de longa duração (73) e atrasos (72).

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Quem estressa mais?
O estudo destaca que o nível de estresse aumenta com a idade e a frequencia, além de que as mulheres têm, e média, quatro pontos de estresse mais do que os homens.

Outro ponto causador de estresse é o contato com uma língua desconhecida, nesse ponto, os no viajante corporativos da América do Norte indicam mais estresse que de outras regiões. Os executivos seniores são mais estressados que viajantes de outros níveis hierárquicos.

Regiões e níveis
Dos entrevistados 56% são dos Estados Unidos e do Canadá, 33% da Europa, Oriente Médio e África, 5% da América Central e América do Sul e 6% da região Ásia Pacífico.

Entre os entrevistados que informaram sua função, 386 deles ou 6% são de cargos administrativos; 2.020 são associados, ou 34%; 2.688 são de postos gerenciais (45%); diretores somam 9% dos pesquisados (567), vice-presidente totalizam 3%, ou 164, e vice-presidente sênior ou superior, 133 viajantes, ou 2% do total.

Medo de avião
Outros motivos de estresse para o viajante corporativo são os inconvenientes em partidas e chegadas, hospedagem em hotel de baixa categoria e viajar aos finais de semana.

As longas horas de trabalho no destino, fuso horário, controle de imigração, carregar dinheiro, pegar táxi e até o medo de voar, também foram apontados pelos entrevistados.