Aumenta a confiança do Brasileiro em relação à estabilidade no emprego

A classe AB é a que se sente mais segura no emprego, bem como os moradores da região Norte/Centro Oeste, revela pesquisa

SÃO PAULO – Os brasileiros estão mais confiantes em relação à manutenção do seu próprio emprego do que há seis meses.

Em dezembro deste ano, o número de pessoas que se sentem com o emprego mais estável, do que há seis meses, subiu seis pontos percentuais e passou de 36%, em novembro, para 42%, neste mês.

Os que disseram estar menos confiantes, quando o assunto era a permanência no trabalho, representam 30% dos que participaram da pesquisa realizada pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e mantém o mesmo percentual do mês anterior.

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Classes e regiões
A classe AB é a que sente mais estabilidade no emprego, com 56% das pessoas que disseram que estão mais seguras do que há seis meses. A classe C vem em seguida, com 45% de respostas, e a classe DE, com 32% das respostas.

Na região Norte/Centro Oeste, 68% dos entrevistados se sentem seguros no emprego, seguida da região Sul (47%) e Sudeste (42%). A região Nordeste é onde se concentra o menor número de pessoas que acreditam na estabilidade no trabalho, na comparação com seis meses atrás, com 28% das respostas.

Desemprego
Entre os entrevistados, 34% conhecem alguém que perdeu o emprego por causa das condições da economia nos últimos seis meses. Os participantes da pesquisa conhecem aproximadamente quatro pessoas que perderam o emprego.

Futuro
Quando os entrevistados foram perguntados sobre as chances de perder o emprego nos próximos seis meses, 25% consideraram que elas são grandes. Outros 40% consideram a chance de ficar desempregado pequena e 28% consideram que ela é média.

A região Sul é onde as pessoas mais acreditam na possibilidade de perder o emprego nos próximos meses, com 34%. Porém, 35% acham pequena a possibilidade de perder o emprego.

Nas regiões Nordeste, 25% acham que vão perder o emprego. No Sudeste, 23% acham que são grandes as possibilidades de perderem o emprego nos próximos seis meses.