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Adesão de bancários à greve cai no 4º dia em São Paulo

Entre as reivindicações da categoria estão reajuste salarial de 12,5%, com a recomposição da inflação medida pelo INPC e aumento real de 5,8%, elevando o piso salarial a R$ 2.979,25

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A adesão à greve dos bancários em São Paulo, Osasco e região perdeu força no quarto dia da paralisação, segundo números divulgados pelo sindicato. Nesta sexta-feira, 3, foram fechados 701 locais de trabalho, sendo seis centros administrativos e 695 agências. O sindicato estimou que cerca de 20 mil trabalhadores participaram dessas paralisações. Ontem, o número era de cerca de 29 mil.

 

Mais cedo, o sindicato também anunciou a retomada das negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) nesta sexta-feira. Os bancários aprovaram na noite de segunda-feira o início da greve por tempo indeterminado.

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Entre as reivindicações da categoria estão reajuste salarial de 12,5%, com a recomposição da inflação medida pelo INPC e aumento real de 5,8%, elevando o piso salarial a R$ 2.979,25. Também estão na pauta pontos como 14º salário, participação nos lucros e vales-alimentação e refeição. Na última rodada de negociações, a Fenaban propôs um reajuste de 7,35% e de 8% para o piso da categoria.

 

No ano passado os bancários promoveram uma greve nacional que durou 23 dias. A categoria somente retomou as atividades após um acordo por um reajuste de 8%, o que representou um ganho real de 1,82%.