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Você se lembra dele? ICQ vai acabar após 28 anos

O serviço foi criado em 1996 pela startup israelense Mirabilis, comprada pela AOL em 1998. No seu auge, o ICQ chegou a ter 100 milhões de usuários, em 2001

Equipe InfoMoney

(Reprodução)
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Se você tem mais de 30 anos, provavelmente já ouviu muito o alerta “Uh-oh!” do ICQ, serviço de mensagens ultra popular no início dos anos 2000. Mas se você tem mais ou menos de 30, dificilmente conhece alguém que ainda use o ICQ até hoje. Se conhece, infelizmente chega uma má notícia.

A empresa russa VK, que controla o serviço desde 2010, anunciou que o ICQ vai parar de funcionar em 26 de junho. A empresa pede que seus usuários passem a usar outros serviços de chat da companhia.

Caso você não tenha ideia do que seja o ICQ, o serviço foi um dos primeiros programas de mensagens instantâneas da internet, ao lado do MSN Messenger, da Microsoft. A diferença é que, em vez de um e-mail, cada usuário tinha um número único (e geralmente enorme e impossível de lembrar). Outra funcionalidade que só o ICQ tinha era a possibilidade de mandar mensagem para quem estava offline, raridade em tempos pré-WhatsApp.

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O serviço foi criado em 1996 pela startup israelense Mirabilis, comprada pela AOL em 1998. No seu auge, o ICQ chegou a ter 100 milhões de usuários, em 2001. Em 2010, a gigante da internet vendeu o serviço para a Digital Sky Technologies, então dona da russa VK.

Uma versão “moderna” do ICQ chegou a ser lançada em 2023, compatível com o WhatsApp e o Telegram, seus irmãos mais novos. Mas ela durou pouco tempo, sinal de que o serviço estava com os dias contados.