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O JPMorgan Chase elevou a remuneração do CEO Jamie Dimon para US$ 43 milhões em 2025, seu 20º ano no comando do banco.
Segundo documento enviado nesta quinta-feira, o conselho concedeu a Dimon um salário-base de US$ 1,5 milhão e US$ 41,5 milhões em remuneração variável atrelada a desempenho. No total, o valor representa um aumento de 10,3% em relação a 2024, quando ele recebeu US$ 39 milhões.
“Como parte da avaliação e da decisão, o conselho considerou o contínuo desenvolvimento, por parte do sr. Dimon, de executivos de alto nível para liderar hoje e no futuro, seu comprometimento constante com os acionistas e sua longa e exemplar liderança de uma empresa de serviços financeiros de primeira linha”, diz o documento.
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Dimon comanda o maior banco dos Estados Unidos, que registrou seu oitavo ano consecutivo de receita recorde, e é um dos CEOs há mais tempo no topo de Wall Street. No ano passado, o banco inaugurou uma nova torre na Park Avenue para abrigar sua sede.
A instituição tem se beneficiado da maior volatilidade nos mercados, que impulsiona a atividade de trading entre clientes, além de uma retomada nas operações de fusões e aquisições. Em 2025, o JPMorgan lucrou US$ 57 bilhões, pouco abaixo do recorde de 2024.
No mesmo dia em que o conselho anunciou o aumento salarial de Dimon, o presidente Donald Trump mirou o banco. Trump processou o JPMorgan e Dimon em pelo menos US$ 5 bilhões, alegando que a instituição deixou de oferecer serviços bancários a ele e a suas empresas por razões políticas.
© 2026 Bloomberg L.P.
