Atrair talentos nunca foi tão desafiador. Em um ambiente de trabalho marcado por transformações aceleradas, novas expectativas profissionais e mudanças na relação das pessoas com suas carreiras, as empresas disputam mais do que resultados: disputam a capacidade de construir ambientes onde profissionais desejam permanecer e crescer.
Nesse contexto, certificações como a Top Employer ganham relevância não pelo selo em si, mas pelo que revelam sobre a cultura organizacional. Afinal, reconhecimentos podem chamar atenção, mas apenas práticas consistentes conseguem atravessar o tempo.
A JTI , empresa global presente em mais de 130 países e com mais de 46 mil talentos ao redor do mundo, recebeu, pelo 12º ano consecutivo, a certificação Global Top Employer. Mais do que uma conquista institucional, o reconhecimento reflete uma estratégia construída ao longo dos anos: colocar as pessoas no centro das decisões.
Presente há 15 anos no Brasil, a companhia reúne mais de mil colaboradores no país, divididos em três operações de negócio, do plantio ao produto final no ponto de venda, um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento e diversas filiais distribuídas No Sul, Sudeste e Nordeste.
Evolução constante
No mundo corporativo, um reconhecimento pontual pode refletir um ciclo favorável. Sustentar esse resultado por mais de uma década, porém, exige consistência, adaptação e evolução contínua. Essa dinâmica ganha um contorno ainda mais peculiar no atual cenário marcado por pandemia, mudanças geopolíticas, pressão econômica e novas expectativas dos profissionais, provando a consistência do plano de negócios e das carreiras.
“Na JTI, prêmios não constroem cultura. A cultura é que pode conquistar prêmios. Quando uma certificação se repete ao longo do tempo, ela deixa de ser um evento isolado e passa a funcionar como evidência de práticas sustentadas no dia a dia”, afirma Omar Teixeira, diretor de Assuntos Corporativos e Comunicação da JTI Brasil.
Foco nas pessoas
Esse compromisso assumido pela JTI se traduz em iniciativas concretas voltadas ao desenvolvimento e ao bem-estar dos colaboradores. Entre elas, se destaca o modelo híbrido de trabalho em nível global — em linha distinta do retorno integral ao presencial observado em parte do mercado —, além de programas de desenvolvimento e oportunidades de mobilidade internacional.
A companhia também adota licença família estendida, uma política que contempla diferentes configurações familiares e busca equilibrar o cuidado entre gêneros, além de um programa de benefícios flexíveis, que permite maior personalização de acordo com as necessidades individuais.
“Na JTI, colocar pessoas no centro significa criar oportunidades reais. Temos colaboradores que começaram como jovens aprendizes, profissionais em carreira internacional e pessoas apoiadas em momentos familiares importantes. É assim que a cultura se traduz no dia a dia”, afirma Evgenya Barabanova, diretora de Pessoas & Cultura da JTI Brasil.

Employer branding
“Work-life balance” é um dos principais valores da JTI. Em um mercado no qual profissionais avaliam propósito, desenvolvimento e qualidade de vida com o mesmo peso da remuneração, esses fatores ocupam, cada vez mais, um papel estratégico para as organizações.
Mais do que atrair talentos, empresas buscam construir ambientes capazes de estimular crescimento, pertencimento e evolução contínua. Nesse processo, a cultura organizacional deixa de ser apenas um tema de recursos humanos e passa a integrar a estratégia do negócio.

“No Brasil, a JTI possui três operações — processadora, fábrica e comercialização —, além de atuar de forma relevante junto a mais de 12 mil produtores integrados, contribuindo para um universo de cerca de 140 mil produtores em todo o país. Essa presença reforça a dimensão local de uma cultura centrada no colaborador, com foco em desenvolvimento, bem-estar e inclusão”, diz Paloma Ferreira, gerente de Employer Experience da JTI Brasil.
Mais informações sobre a JTI podem ser acessadas no site.