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InfoMoney Premium: Howard Marks opina sobre o mercado; gestores projetam juros e mais

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Mariana Segala

(Foto: InfoMoney)
Para Howard Marks, não dá para dizer que mercado está sempre certo: “É um absurdo”

Quando Howard Marks fala – ou melhor, quando escreve – o mercado para e presta atenção. Um dos mais aclamados gestores da atualidade, Marks é conhecido ao redor do mundo pelos memorandos que publica quase todos os meses. Neles, reflete sobre economia, preços de ativos – e, cada vez mais, sobre o comportamento dos investidores. Essa foi a tônica da mais recente conversa de Howard Marks – sócio-fundador da gestora de fundos americana Oaktree – com o InfoMoney. Ao programa InfoMoney Entrevista dessa semana, ele explorou aspectos emocionais envolvidos no ato de comprar ou vender um ativo no mercado – especialmente importantes em tempos de incerteza e volatilidade, como os atuais.

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Megale: Retaliação ou escalada de disputa tarifária são piores cenários para o Brasil

O pior cenário para o Brasil em meio à disputa tarifária com os Estados Unidos é o de retaliação econômica ou uma escalada nas sanções. Essa é a avaliação do economista-chefe da XP, Caio Megale. Para ele, se o Brasil não reagir e os impostos forem implementados como o presidente Donald Trump anunciou, a tendência é que alguns setores da economia sofram, mas o prejuízo será maior para os consumidores americanos.

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Copom: Gestores vêem pausa na Selic, real desvalorizado e leve otimismo na Bolsa

É consenso no mercado que o ciclo de alta de juros chegou ao fim, e a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que será divulgada nesta quarta-feira (30), deve ser a de manter a taxa Selic em 15%, aponta pesquisa XP com gestores de fundos. Em meio a este cenário, os gestores trabalham com cautela frente ao mercado de juros e apostam na desvalorização do real e leve valorização das ações na Bolsa.

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Super 4ª tem atenção redobrada com Copom, Fomc e tarifaço: como pode afetar mercado?

A chamada Super Quarta, marcada pelas decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos nesta quarta-feira (30), deve manter as taxas de juros nos dois países, mas os investidores estarão atentos ao tom das comunicações do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central e do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
Analistas da XP Investimentos, Bradesco, JPMorgan, Safra, Genial e Citi veem como praticamente certa a manutenção da Selic em 15%, mas divergem sobre o início do ciclo de cortes.

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Eve, da Embraer, não descarta fábrica nos EUA para driblar guerra comercial

Nos próximos 15 a 18 meses, a Eve Air Moblity, subsidiária da Embraer (EMBR3) responsável pela produção de aeronaves urbanas elétricas – conhecido por “carros voadores” – deve entregar seus primeiros modelos ao mercado. Em meio a uma guerra comercial global e às ameaças de tarifa de 50% de exportações brasileiras aos Estado Unidos, a empresa considera a possibilidade de uma fábrica no país. Em entrevista exclusiva ao InfoMoney, o CEO da Eve Air Mobility Johann Bordais afirmou que o projeto logístico da empresa foi pensado para que a montagem final pudesse ser feita no país de destino da exportação.

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Mariana Segala

Diretora de Redação do InfoMoney