Juíza em caso de morte de CEO em NY derruba acusação que podia levar à pena de morte

A juíza Margaret Garnett, da Justiça Federal, afirmou que o caso contra Luigi Mangione seguirá para julgamento com base nas demais acusações

Benjamin Weiser Hurubie Meko The New York Times

Luigi Mangione, acusado de matar o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, conversa com um de seus advogados em uma audiência pré-julgamento na Suprema Corte do Estado, em Manhattan, em 11 de dezembro de 2025. Na sexta-feira, uma juíza federal em Manhattan decidiu que os promotores não poderão pedir a pena de morte. (Jefferson Siegel/The New York Times)
Luigi Mangione, acusado de matar o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, conversa com um de seus advogados em uma audiência pré-julgamento na Suprema Corte do Estado, em Manhattan, em 11 de dezembro de 2025. Na sexta-feira, uma juíza federal em Manhattan decidiu que os promotores não poderão pedir a pena de morte. (Jefferson Siegel/The New York Times)

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NOVA YORK — Uma juíza federal em Manhattan decidiu nesta sexta-feira que promotores não poderão pedir a pena de morte no julgamento de Luigi Mangione, o homem de 27 anos acusado de assassinar o CEO da UnitedHealthcare em 2024.

A juíza Margaret Garnett, da Corte Distrital dos EUA, afirmou que o caso ainda irá a julgamento por outras acusações, que preveem sentença máxima de prisão perpétua sem possibilidade de condicional, pela morte do executivo Brian Thompson.

Garnett disse, em sua decisão, que duas acusações de perseguição contra Mangione — uma delas com pena máxima de morte — não se enquadram na definição legal de crime violento e, por isso, precisaram ser descartadas.

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“Consequentemente”, escreveu a juíza, “o principal efeito prático das deficiências jurídicas” dessas duas acusações e da decisão do tribunal de que elas devem ser rejeitadas “é apenas impedir que a pena de morte seja uma punição possível”.

c.2026 The New York Times Company

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