Fábrica de IA por trás dos novos medicamentos da Bristol Myers é ampliada com Nvidia

Colaboração é apenas uma entre várias firmadas pela fabricante de chips e a farmac~eutiva

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Equipes da Bristol Myers Squibb analisam um modelo computacional da estrutura de uma molécula, parte do processo de design preditivo que ajuda os cientistas a antecipar como a molécula se comportará na prática clínica. (Foto: Bristol Myers Squibb/Divulgação)
Equipes da Bristol Myers Squibb analisam um modelo computacional da estrutura de uma molécula, parte do processo de design preditivo que ajuda os cientistas a antecipar como a molécula se comportará na prática clínica. (Foto: Bristol Myers Squibb/Divulgação)

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A Bristol Myers Squibb está ampliando sua parceria com a Nvidia (NVDC34) para aumentar a capacidade computacional de uma fábrica de IA que, segundo a farmacêutica, vem sendo usada para acelerar a criação de novos medicamentos.

A colaboração é uma entre várias firmadas pela fabricante de chips com a indústria farmacêutica, que busca maneiras de tornar o processo de desenvolvimento de medicamentos — tradicionalmente complexo — mais barato e mais eficiente.

Como parte do acordo, a Bristol implantará um Nvidia DGX SuperPOD com sistemas DGX Vera Rubin NVL72. Segundo a farmacêutica, isso lhe dará um dos supercomputadores de IA mais potentes do setor de ciências da vida.

A fabricante de chips já mantém uma parceria com a Eli Lilly & Co. Além disso, a Amgen Inc. também construiu um supercomputador da Nvidia em uma unidade na Islândia. Nvidia e Bristol trabalham juntas há três anos.

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