Como a Diageo, dona de Guinness, Smirnoff e Johnnie Walker, vai economizar US$ 1 bi

Dona da Guinness e Johnnie Walker quer economizar em operações e cadeia de suprimentos; custo do programa é de US$ 1,2 bilhão, parte já reconhecida no balanço

A Guinness 0.0 sem álcool é servida no The Devonshire pub em  London (October 10, 2024. REUTERS/Hollie)
A Guinness 0.0 sem álcool é servida no The Devonshire pub em London (October 10, 2024. REUTERS/Hollie)

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A Diageo afirmou que pretende economizar cerca de US$ 1 bilhão nos próximos anos por meio de uma reestruturação, após encerrar seu ano fiscal com queda de vendas e de lucro.

O grupo, que reúne marcas como a stout Guinness, a vodca Smirnoff e o uísque Johnnie Walker, disse nesta quinta-feira, 6, que as economias começarão a ser capturadas já no ano fiscal atual, por meio de iniciativas nas operações e na cadeia de suprimentos. Os custos do programa somam US$ 1,2 bilhão, sendo cerca de US$ 752 milhões reconhecidos no exercício encerrado em junho.

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“Essas economias vão nos permitir investir na recuperação sem precisar reduzir o lucro operacional”, em termos ajustados, disse o CEO Dave Lewis.

No ano fiscal, a companhia listada em Londres registrou vendas líquidas de US$ 19,64 bilhões, queda orgânica de 2% em relação a um ano antes, em linha com o consenso de analistas divulgado pela própria empresa.

O lucro operacional recuou 27%, para US$ 3,16 bilhões, refletindo os gastos de reestruturação. A margem operacional caiu 5,35 pontos porcentuais, para 16,1%. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado