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CEO do UBS deixará cargo em abril de 2027, diz FT

As ações do credor subiram quase 30% no ano passado e mais do que dobraram de valor desde a véspera da compra do Credit Suisse, que entrou em colapso

Reuters

O CEO do UBS, Sergio Ermotti, discursa no Economic Club de Nova York, na cidade de Nova York, EUA, em 14 de setembro de 2023. REUTERS/Brendan McDermid
O CEO do UBS, Sergio Ermotti, discursa no Economic Club de Nova York, na cidade de Nova York, EUA, em 14 de setembro de 2023. REUTERS/Brendan McDermid

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O presidente-executivo do ‍UBS Group , Sergio Ermotti, que ⁠ajudou o banco a conduzir a ‍aquisição e integração do antigo rival Credit Suisse, está planejando deixar o cargo em ‌abril de 2027, informou o Financial Times nesta terça-feira (13).

Ermotti chefiou o UBS de 2011 a 2020 e foi recontratado como presidente-executivo em 2023 para conduzir a aquisição do Credit ‌Suisse e aproveitar a experiência do banqueiro ‌suíço na reconstrução do banco após a crise financeira global.

Em 2024, ele se comprometeu a dirigir o UBS ‘no mínimo’ até que a integração do Credit Suisse fosse ‌concluída no final de 2026 ou no início de 2027. Atualmente, o UBS ​tem como objetivo concluir ‘substancialmente’ a integração até o final de 2026.

O banco não quis comentar a reportagem do Financial Times.

As ações do credor subiram quase 30% no ano passado e mais do que dobraram de valor desde a véspera da compra do Credit Suisse, que entrou em colapso.

Aleksandar Ivanovic, ​chefe de ⁠gestão de ativos ⁠do UBS, surgiu como um dos executivos com maior ‌probabilidade de suceder Ermotti, informou o Financial Times, citando fontes.

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A reportagem surge em um momento em que o UBS está ‍tentando combater as propostas do governo suíço para endurecer as regras bancárias.

Ermotti ​disse no ‌final do ano passado que o UBS pretendia continuar operando ‍fora da Suíça, mas também disse que as propostas de capital do governo suíço não eram aceitáveis para o banco.