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Brasil é uma região estratégica para o TikTok, afirma diretor da rede social

Thomas King, Head of Creative Product Marketing and Ops (Latam), disse que o mercado brasileiro é ponto de partida para muitos dos produtos lançados pela rede social

Amanda Garcia

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Muito além dos vídeos de dancinhas virais, o TikTok tem toda uma gama de produtos que incentiva o universo dos criadores de conteúdo de diversas formas e promove aproximação com marcas. E é aí que o mercado brasileiro entra. “O Brasil é uma região estratégica para o time de produtos”, afirma o Head of Creative Product, Marketing and Ops na América Latina, Thomas King.

Em entrevista exclusiva ao InfoMoney, ele explica que o mercado no País é “aberto a soluções” e, mais do que isso, “tem apetite para inovação”: “Diante disso, a gente tornou o Brasil e a América Latina o mercado onde muitas coisas começam aqui. Isso não era comum acontecer, mas o apetite das marcas de fazer parte da inovação tornou isso possível.”

TikTok de olho na relação entre marcas e criadores

Um das soluções que surgiu por aqui foi o Creator Content Adscale, em que as marcas submetem um briefing, que fica disponível para milhares de criadores do TikTok One – plataforma que permite a colaboração entre criadores e anunciantes. “A partir disso, os criadores fazem uma aplicação para o briefing e a marca seleciona o que preferir. “E aí a gente paga revenue share”, contou King.

Outro produto focado na relação entre marcas e criadores e o TikTok Creative Exchange (TTCX). “É a primeira solução criativa que trouxemos para o mercado, é um marketplace que conecta marcas a parceiro criativo homologado, que desenvolve conteúdos performáticos. A marca entra, submete briefing de campanha e seleciona um dos parceiros disponíveis, temos mais de 25, que vai ser responsável por interpretar todo o briefing, que faz roteiro até a entrega.”

Thomas King destaca também a possibilidade de criação de um pool privado no TikTok One, com as marcas indicando talentos. “Entendemos que tem marcas que tem stakeholders, pessoas que fazem parte do ecossistema delas que podem criar conteúdos.”

“Por que não treinar os vendedores a construir conteúdo sobre o produto? Por exemplo, no setor de beleza, revendedoras de beleza, por que não incentivar a virarem criadoras, as marcas entendem quem é o público alvo que viraria criador, a gente educa essas pessoas a criar conteúdo, e recebem os briefings e são remuneradas por isso”, completou.

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Tudo isso, segundo Thomas, serve para o propósito do TikTok, que é de “aproximar as marcas dos criadores do conteúdo”.