Publicidade
Esta quarta-feira (9) traz o evento “Surprise and shine” da Apple (AAPL34). Marcado para começar às 14 horas (de Brasília), o foco principal dos investidores será a apresentação do aguardado primeiro iPhone dobrável da empresa. O evento também será o primeiro comandado pelo CEO, John Ternus, sucessor de Tim Cook.
Outros pontos além do iPhone dobrável também serão monitorados. Para a Bank of America Securities, será importante acompanhar os aumentos de preço potencialmente significativos em toda a linha Pro e a decisão de adiar o lançamento dos modelos iPhone 18 de menor preço para a primavera de 2027 no Hemisfério Norte.
“Esperamos que a Apple aumente os preços do 18 Pro/Pro Max entre US$ 150 e US$ 200 devido aos custos elevados de memória e armazenamento”, escreveram analistas. O iPhone 18 básico, o 18 Air e o iPhone 18e estão, segundo relatos, planejados para a primavera de 2027.
Isso representaria uma mudança significativa em relação ao cronograma histórico de lançamentos da Apple e deixaria apenas novos modelos premium disponíveis durante o período de vendas de fim de ano, segundo a instituição americana.

O iPhone dobrável chegou tarde demais? A Samsung aposta que sim
Com vendas 30% maiores e sete anos de experiência no segmento, fabricante sul-coreana aposta que terá vantagem sobre a Apple na nova disputa pelos smartphones dobráveis

Apple Watch Series 12 e Ultra 4: o que esperar do lançamento da Apple além do iPhone
Novos modelos terão foco em saúde, diz Bloomberg. Veja data a preços de lançamento
“Em nossa visão, o lançamento dividido poderia favorecer o mix de produtos e o preço médio de venda (ASP), mas cria certo risco de que consumidores sensíveis a preços adiem a troca de aparelho até a chegada dos modelos mais baratos”, afirmam. Esse ponto pode atrasar compras de consumidores que esperam descontos de modelos mais antigos da empresa.
Relatos da mídia indicam que o iPhone dobrável (provavelmente chamado de Fold ou Ultra) terá preço inicial de US$ 2.099 para a configuração básica, o que o tornaria o iPhone mais caro da Apple, citam os analistas da BofA Securities.
Continua depois da publicidade
Por ora, a BofA mantém a recomendação de compra para a Apple devido aos fortes retornos de capital. No pré-mercado da Bolsa de Nova York, as ações da Apple não mostram brilho e são negociadas em queda de 0,24% perto das 8h09 (de Brasília).