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BR Malls vende 7 shoppings por R$ 700 mi

A decisão faz parte de uma reorganização que visa a eliminar ativos que não sejam considerados essenciais para o negócio. Mais shoppings devem ser vendidos

loja shopping
(Thinkstock)

A BR Malls informou ontem que fechou a venda de sete shoppings para um fundo imobiliário administrado pelo BTG Pactual por R$ 696 milhões. A venda, segundo a companhia, faz parte de uma reestruturação que visa a eliminar ativos que não sejam considerados essenciais para o negócio. Na esteira dos comentários sobre o negócio, a ação da empresa teve alta de 5,7% nesta semana.

"Os ativos alienados são shoppings sólidos, mas dentro de um portfólio maior, recebiam menor priorização e poderão receber mais investimentos e atenção pelo novo comprador", disse a BR Malls, em comunicado, ressaltando que todo o montante arrecadado será distribuído aos acionistas como meio de dividendos e juros sobre o capital.

A administradora afirmou ainda que pretende vender mais dois shoppings nos próximos trimestres - São Luís (na capital maranhense) e Via Brasil (no Rio de Janeiro). Os shopping já vendidos são o Ilha Plaza, Casa & Gourmet, Shopping Plaza Macaé, Londrina Norte Shopping, Osasco Plaza Shopping, Shopping Contagem e Capim Dourado, localizados nas cidades de Rio de Janeiro, Macaé (RJ), Londrina (PR), Osasco (SP), Contagem (MG) e Palmas (TO), respectivamente.

A companhia disse que, após essa fase de reestruturação, ficará com um total de 29 shoppings. "Manteremos nossa escala e liquidez de ações, dados que os shoppings (vendidos) representam menos do que 10% da receita da companhia."

A BR Malls afirmou também que pretende empreender um programa de reformulação dos empreendimentos que mantiver em seu portfólio. A companhia disse ainda que pretende agregar novos serviços a esses shoppings.

Recursos extras

O valor da venda poderá ser acrescido de um pagamento adicional baseado no desempenho dos ativos. O valor será apurado até dezembro. Caso as metas sejam cumpridas, a empresa calcula que receberá até R$ 22,4 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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