Seis fintechs ligadas ao crime organizado movimentaram R$ 26 bilhões, diz Durigan

Durigan afirmou que o governo seguirá buscando asfixiar financeiramente o crime organizado, identificando ​engrenagens que abastecem essas organizações

Reuters

 O ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan, fala durante uma entrevista em seu gabinete, em Brasília, Brasil, em 24 de abril de 2026. REUTERS/Jorge Silva
O ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan, fala durante uma entrevista em seu gabinete, em Brasília, Brasil, em 24 de abril de 2026. REUTERS/Jorge Silva

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BRASÍLIA, 28 ⁠Mai (Reuters) – O ministro ⁠da Fazenda, Dario Durigan, ‌disse nesta quinta-feira que uma operação organizada pela Receita ‌Federal e outros órgãos identificou seis fintechs ligadas a organizações criminosas, que juntas movimentaram R$26 ⁠bilhões ‌em quatro anos.

Em entrevista ⁠a jornalistas, Durigan afirmou que o governo seguirá buscando asfixiar financeiramente o crime organizado, identificando ​engrenagens que abastecem essas organizações.

Deflagrada nesta quinta-feira, a ​Operação Fluxo Oculto é um desdobramento da Carbono Oculto e investiga esquema de adulteração de ‌combustíveis com ​nafta e uso de fundos para ocultação patrimonial.

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“As investigações apontam que ⁠o ​sofisticado ​esquema engendrado pela organização criminosa, ao mesmo ⁠tempo que ​lavava o dinheiro proveniente do crime, obtinha elevados ​lucros na cadeia produtiva de combustíveis”, informou a ​Receita ⁠em nota.

De acordo com Durigan, a ⁠operação também identificou o uso de criptoativos para lavagem de dinheiro.