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BRASÍLIA, 28 Mai (Reuters) – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta quinta-feira que uma operação organizada pela Receita Federal e outros órgãos identificou seis fintechs ligadas a organizações criminosas, que juntas movimentaram R$26 bilhões em quatro anos.
Em entrevista a jornalistas, Durigan afirmou que o governo seguirá buscando asfixiar financeiramente o crime organizado, identificando engrenagens que abastecem essas organizações.
Deflagrada nesta quinta-feira, a Operação Fluxo Oculto é um desdobramento da Carbono Oculto e investiga esquema de adulteração de combustíveis com nafta e uso de fundos para ocultação patrimonial.
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“As investigações apontam que o sofisticado esquema engendrado pela organização criminosa, ao mesmo tempo que lavava o dinheiro proveniente do crime, obtinha elevados lucros na cadeia produtiva de combustíveis”, informou a Receita em nota.
De acordo com Durigan, a operação também identificou o uso de criptoativos para lavagem de dinheiro.