Mansão de dono da Marabraz vai a leilão por mais de R$ 72 milhões

Propriedade de 2.640,04 m² fica em condomínio de luxo em São Paulo

Mansão de Nasser Fares estará disponível em leilão em outubro (Foto: Reprodução/Bayit)
Mansão de Nasser Fares estará disponível em leilão em outubro (Foto: Reprodução/Bayit)

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A mansão de luxo do dono e diretor executivo do grupo varejista Marabraz, Nasser Fares, será leiloada entre os dias 6 e 9 de outubro deste ano, no site de leilões online Bayit. O imóvel está avaliado em R$ 72.833.777,96.

A propriedade tem 5.130,85 m² e fica va Fazenda Tamboré Residencial 2, em Santana do Parnaíba, São Paulo, “em um dos loteamentos fechados mais exclusivos, seguros e valorizados da região de Alphaville e Tamboré, oferecendo infraestrutura de lazer completa, portaria com controle de acesso rigoroso e amplo contato com a natureza”, de acordo com o anúncio.

“O imóvel reúne dimensões monumentais, acabamento de altíssimo luxo e localização em condomínio de referência nacional, sendo uma oportunidade ímpar para moradia familiar de alto prestígio ou investimento patrimonial de grande porte”, completa o site.

A mansão foi penhorada de acordo com execução da 1ª Vara Cível do Foro Regional XI, em Pinheiros, São Paulo. O processo foi movido por Silvio Torres Soares, que pedia o despejo devido à falta de pagamentos.

Marabraz em Recuperação Judicial

A Lojas Marabraz informou, em agosto deste ano, que ajuizou pedido de ‌recuperação judicial para reestruturar sua operação e garantir a manutenção das suas ‌atividades, em meio a desafios enfrentados pelo setor varejista.

O pedido envolve dívidas de R$140 milhões e foi protocolado na 3ª Vara de Falências e Recuperações ⁠Judiciais ‌da Comarca de São Paulo.

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‘A ⁠medida representa uma decisão responsável para promover a reestruturação da operação, organizar compromissos e criar condições para a continuidade dos negócios’, afirma nota à ​imprensa assinada pelo diretor Nasser Fares.

A rede especialista em móveis, que existe ​há mais de cinco décadas, afirmou que permanece em operação, com lojas abertas, e que o processo terá como prioridades a preservação de empregos ‌e manutenção das relações ​com clientes, fornecedores e parceiros.

*Com Reuters

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