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Viajar conectado: roaming ou chip?

Skilsim chip
(Paulo Panayotis e Adriana Reis)

Itália, França, Inglaterra e Mônaco. Imagine a seguinte situação. 1) Você está curtindo merecidas férias, viajando para a Europa pela primeira vez. Na euforia, topou habilitar seu celular para falar com amigos, família e, claro, postar tudinho. Afinal, quem consegue ficar muito tempo desconectado hoje em dia? 2) Assim como eu, você viaja muito a trabalho e tem que, além de se comunicar com a família, usar a internet para trabalhar, responder e mails, Whatsapp etc. Muita gente usa o celular particular para trabalhar. Errado, eu sei. Mas fato, você também sabe! 3) Você volta da viagem de férias ou de trabalho e, dias depois, chega a fatura do celular. Imediatamente a viagem, seja ela de que tipo tenha sido, vira um pesadelo. Sua conta passou, fácil de mil reais! E pior: a conta é toda sua porque, como é cada dia mais comum, a “firma” não reembolsa “nadica” de nada!
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Conectado sem limites em Shoreditch, Londres

Pois é, eu já passei por isso, especialmente há alguns anos, quando o celular – ou o telefone fixo – eram a única alternativa de comunicação rápida... E olha que nem faz tanto tempo assim. Hoje em dia, com a internet e, principalmente com os aplicativos apps, isso é passado. No entanto, conheço muita gente que viaja e, inadvertidamente, habilita o tal do “roaming internacional” que as empresas brasileiras de telefonia oferecem por “apenas” R$ 29,00, R$ 69,00 ou R$ 89,00 reais... por dia! Como quase sempre viajo a trabalho e sou jornalista especializado em turismo, uso muito o celular para quase tudo: gravar vídeos, entrevistas, fotos, textos, etc... Uso mais ainda para subir e descer material (upload e download) de forma profissional, ou seja, consumo muita internet de alta velocidade. Desde o surgimento dos chamados “sims”, ou seja, chips de telefonia celular, já testei diversos em minhas viagens pela Europa, Ásia e até Oceania. Nenhum deles funcionou minimamente bem. Um deles nem funcionou! Em minha última viagem, me ofereceram um chip internacional diferente, com internet ilimitada (seja para download, seja para upload). Meio ressabiado, topei. “O que garante que seu chip vai funcionar? Das outras vezes tive muito trabalho e pouco ou quase nenhum resultado, desabafei com um dos CEOs da SkillSim, Guilherme Machado. Eu garanto que funciona pois testei pessoalmente, afirma ele, todo senhor de si. E eu posso escreve o que eu quiser sobre seu produto? O que quiser, da forma que quiser e onde quiser, rebate Guilherme. 
Topado. Testado em quatro países diferentes (França, Inglaterra, Itália e Mônaco), você vê, no vídeo abaixo, o resultado deste teste. Se funciona? Em comparação com os anteriores que testei é quase um milagre da tecnologia moderna. Se houve problemas? Sim, houve. Mas todos eles infinitamente simples e rápidos de resolver. O custo? Ainda não é barato, barato como em outros países, mas, como entrega o que promete, vale e muito a pena.

Não acredita? Então veja o vídeo aí em cima e avalie por si só!  Abraço e boa viagem... Ou como sempre digo: não gaste dinheiro com bobagem! Gaste com viagem! E para mim, o chip da Skillsim não é bobagem... Tomara que, como tudo no Brasil, ele não seja bom somente no início e mantenha o desempenho e suporte que dá aos clientes. Vamos esperar. O tempo – e o uso – dirão!

Fotos e video: Paulo Panayotis e Adriana Reis
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O jornalista Paulo Panayotis e a jornalista Adriana Reis viajaram para Londres e Windsor a convite do Visit Britain com seguro da Travel Ace e chip de internet da Skillsim 

Importante: As opiniões contidas neste texto são do autor do blog e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney.

 

perfil do autor

Paulo Panayotis

É jornalista profissional e fundador do portal de vídeos e dicas sobre turismo e viagem "O Que Vi Pelo Mundo". Autor de grandes reportagens nas principais emissoras de televisão: Globo, Bandeirantes, Record, SBT, além de correspondente internacional em Estocolmo, Suécia, e Londres, Inglaterra. Tem passaporte carimbado em mais de 50 países.

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