XP desafia gigantes e entra no Top 5 da Extel em tempo recorde

Em apenas três anos, corretora conquista espaço entre líderes e se destaca em múltiplas categorias do ranking internacional.

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Fernando Ferreira, estrategista chefe e Head de Research na XP Inc., e Fabio Frischer, Head de Institutional Equity Sales e Corporate Access. (Imagem: Divulgação)
Fernando Ferreira, estrategista chefe e Head de Research na XP Inc., e Fabio Frischer, Head de Institutional Equity Sales e Corporate Access. (Imagem: Divulgação)

A XP consolidou sua posição entre as principais casas de research do Brasil ao figurar no Top 5 do ranking da Extel (antiga Institutional Investor), um dos mais prestigiados do mercado. O avanço, conquistado em apenas três anos de participação, chamou a atenção pela velocidade com que a corretora alcançou rivais tradicionais, com décadas de atuação no setor.

A corretora foi destaque nas categorias de Research (5º), Sales (5º) e Corporate Access (4º). Em Research, seis equipes foram ranqueadas, incluindo Bens de Capital (3º), Agronegócio, Economia, ESG, Transportes e Varejo.

“Esse resultado só foi possível graças a um esforço conjunto de todo o ecossistema XP, que valoriza o trabalho integrado das diferentes áreas para trazer o melhor serviço para os investidores”, afirmou Fernando Ferreira, head de Research da XP.

Trabalho integrado e inovação como diferenciais

O sucesso não veio por acaso. A XP adotou uma estratégia de integração total entre Research, Equity Sales, Trading e Corporate Access, o que possibilitou avanços simultâneos em várias frentes.

“Dizemos que um Equity Sales sem um bom produto fica limitado. O mesmo vale para um analista de Research sem um bom time de vendas. Trabalhamos em conjunto para ampliar sinergias em conferências, webinars e mais de 300 reuniões de corporate access”, destacou Ferreira.

Para Fabio Frischer, head de Equity Sales, a transição foi fundamental. “Praticamente remontamos as áreas. Migramos de um modelo de cobertura setorial para cobertura de contas, ajustando a operação para se adequar ao modelo de Full Research Broker. Trouxemos profissionais seniores e reciclamos quase 100% do time de Research. Em pouco mais de cinco anos, atingimos um patamar que concorrentes levaram décadas para alcançar”, disse.

Ecossistema e criatividade marcam a diferença

O diferencial da XP frente a players históricos, segundo os executivos, está na capacidade de integrar inovação e agilidade a um ecossistema robusto.

“Nosso time é muito criativo. Produzimos relatórios fora do comum, como os trackers, que funcionam como ‘channel checks’ e ajudam muito na decisão de investimento. Também desenvolvemos análises de fatores e relatórios de short”, explicou Frischer.

Essa abordagem tem sido reforçada pela ampliação da cobertura. Atualmente, a equipe de Research da XP conta com 70 profissionais cobrindo mais de 160 empresas, o que representa cerca de 88% do Ibovespa.

“Nosso objetivo é estar entre as melhores casas de análise do país, entregando estudos profundos e de alta qualidade. A amplitude da cobertura nos torna cada vez mais relevantes para o mercado institucional”, destacou Ferreira.

Reconhecimento e impacto nos negócios

Estar no ranking da Extel vai além do prestígio. Para os analistas, o impacto é direto na relação com clientes institucionais.

“O ranking é consequência do nosso trabalho diário de ajudar clientes a tomar boas decisões de investimento e gerar alfa em seus fundos. O mercado já enxerga a XP entre as principais casas de equities do Brasil, o que fortalece relacionamentos e abre espaço para expandir nossa franquia”, ressaltou Frischer.

Ferreira concorda: “A maior recompensa está na confiança que recebemos dos clientes. O ranking confirma que estamos no caminho certo e impulsiona o negócio institucional como um todo, inclusive o Banco de Atacado da XP”.

Tecnologia como motor de escala

Outro ponto central para o avanço foi a aposta em tecnologia. A XP vem utilizando inteligência artificial, programação e ferramentas de CRM para potencializar a produção de relatórios e a interação com clientes.

“Testamos soluções de IA, softwares de mercado e tecnologia própria para aumentar volume e escala, sem perder qualidade. Usamos essas ferramentas para lidar com grandes bases de dados e melhorar a tomada de decisão”, afirmou Ferreira.

Frischer acrescentou que o mesmo movimento ocorre em Equity Sales e Trading. “Desenvolvemos ferramentas internas de CRM e adotamos tecnologia de ponta para execução, com algoritmos e DMA. Isso nos coloca em pé de igualdade com casas globais.”

Próximos passos e 2025 como ponto de virada

Com o objetivo declarado de se tornar a melhor casa de research do país, a XP aposta em consistência. “Os rankings são consequência, não um fim em si. Estamos construindo um business de franquia. Já atingimos o Top 5 em pouco tempo, mas seguimos comprometidos em evoluir ainda mais”, afirmou Ferreira.

O cenário macro também entra no radar. Para Frischer, 2025 pode marcar uma virada para o mercado de equities.

“O setor de fundos sofreu com os juros altos nos últimos anos. Se a Selic iniciar uma trajetória de queda, como esperamos já a partir de janeiro, isso pode trazer novos aportes e impactar positivamente nosso negócio. Mas será um ano de incertezas, sobretudo com as eleições, que tendem a mexer com os mercados.”

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