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SÃO PAULO – A partir da próxima segunda-feira (11) a cidade de São Paulo vai contar com o uso da Zona Azul digital, que poderá substituir a folha de papel: o motorista poderá comprar o talão ou uma “folha” através de um aplicativo de smartphone.
Para isso, basta informar a placa do carro, os dados do cartão de crédito e escolher o tempo de permanência na vaga. O preço é o mesmo, de R$ 5 por um período de 2h e dez cartões por R$ 45; na hora de estacionar, será preciso liberar o uso dos créditos. Mesmo depois da compra, o motorista ainda poderá ajustar o tempo que pretende ficar no aplicativo comprando outra Zona Azul.
A fiscalização também será digital: ao inserir o número da placa do carro em sua máquina, o agente da CET consegue verificar se o motorista comprou ou não a Zona Azul e por qual período.
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O secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, afirmou que a Zona Azul digital pode ser comprada através de três aplicativos, todos disponíveis para Android e apenas um pelo iOS. Os aplicativos foram criados pelas empresas Sertell, Estapar e Digipare. Basta procurar por Zona Azul Digital na loja de aplicativos de seu celular.
Jilmar completou que a intenção de implantar o recurso digital é reduzir o prejuízo com fraudes, que chegaram a cerca de R$ 50 milhões no ano passado.