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SÃO PAULO – Diminuiu o total de brasileiros que classificam a situação do emprego e da renda da população como o principal problema do País. Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira (10) mostra que passou de 36,3%, em abril de 2006, para 26,3%, neste mês, o número de entrevistados que optaram por essa resposta.
Atrás do emprego e renda estão, na opinião dos entrevistados, saúde pública (25,7%), segurança pública (18,2%), educação (16,7%), previdência social (5,5%), defesa nacional (2,9%) e inflação (1,7%).
Salário mínimo
Por outro lado, aumentou o número de entrevistados que consideram baixo e inadequado o reajuste do salário mínimo: de 55,7% em fevereiro de 2006 para 59,7% abril de 2007.
Vale lembrar que, no quarto mês do ano passado, o valor passou de R$ 300 para R$ 350. No último dia 01º, o Diário Oficial da União publicou medida provisória que estipulou o novo valor em R$ 380.
Expectativa
Além disso, o levantamento constatou que os brasileiros estão até que otimistas em relação ao futuro. Metade dos entrevistados acredita que o nível de emprego deve melhorar nos próximos seis meses, contra 25,5% que prevêem uma estabilidade e, 17,5%, uma piora.
Quando a pergunta levou em consideração o rendimento, as respostas foram parecidas, sendo de, respectivamente, 49,2%; 33,7%; e 11,1%. Os demais não souberam ou não opinaram.
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Compras
Apesar de 20,3% das pessoas terem afirmado que houve aumento na renda e 29,7% no total de vagas disponíveis nos últimos seis meses, quase metade das respostas válidas aponta para um aumento no número de compras a prazo no mesmo período. Os outros 46,8% disseram ter segurado aquisições do tipo.
Por outro lado, 65,4% afirmaram que as constantes reduções na taxa básica de juro, a Selic (atualmente em 12,75% ao ano) não estimularam o parcelamento de compras. Outros 22% afirmaram que a disposição para a prática aumentou, enquanto quase 13% não soube responder ou opinar.