Com sinal positivo da China, dólar opera em queda de 0,32%, a R$ 2,033

A agenda está focada nos Estados Unidos, com dados de inflação para os produtores e o indicador de confiança do consumidor

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SÃO PAULO – O dólar comercial inverte o sinal da véspera e opera em queda e 0,27% nesta sexta-feira (13), cotado a R$ 2,034 na venda. A agenda desta manhã está focada nos Estados Unidos, que divlgam nesta manhã a inflação para os produtores e o indicador de confiança do consumidor. Na China, o destaque foi o PIB (Produto Interno Bruto), que, mesmo em desaceleração, mostra retomada da economia.

Com a variação desta sexta-feira, a moeda norte-americana registra alta de 1,48% neste mês de julho e uma valorização de 9,16% desde o início do ano.

De olho lá fora
Nesta manhã, o índice de inflação do atacado norte-americano, o PPI, registrou alta de 0,1% em junho na comparação a maio. O resultado veio bem acima do esperado pelo mercado (-0,6%), mas ainda representa desaceleração frente ao mês anterior (+1%).

Já China, os investidores analisam dados divulgados pelo governo na noite de quinta-feira (12). O PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceu ao ritmo mais fraco em três anos: no segundo trimestre, a expansão foi de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar disso, a economia avançou 1,6% na comparação com o primeiro trimestre.

Já as vendas no varejo mostraram estabilidade em junho, ao marcar 13,7% na comparação anual. No entanto, houve avanço em termos reais, já que a inflação mostrou forte queda no período ao passar de 3,0% para 2,2%.

Credibilidade abalada
Enquanto isso, na Zona do Euro o cenário se deteriora. A Moody’s rebaixou o rating soberano da Itália de A3 para Baa2, com perspectiva negativa. “É mais provável que o país tenha um novo aumento significativo dos custos de seu financiamento ou a perda de acesso aos mercados do que quando realizamos nossa qualificação há cinco meses”, explica em nota.

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Nesta manhã, os títulos públicos com vencimento em dez anos da Itália ultrapassaram a margem dos 6%, refletindo o aumento da aversão ao risco no bloco europeu.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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