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SÃO PAULO – Na última sessão da semana, e pós feriado, o dólar comercial inicia as atividades em alta de 0,37%, cotado a R$ 2,034 na venda. A moeda reflete o anúncio do Banco Central da China que cortou, na véspera, em 0,25 ponto porcentual a taxa básica de juros do mercado, uma decisão inesperada e que tem como estimular crescimento econômico do país.
Foi a primeira redução da taxa desde o período mais duro da crise financeira de 2008. Segundo especialistas, o corte pode sinalizar que os indicadores de produção industrial e de in?ação, ainda a serem divulgados, não serão bons confirmando portanto que a economia chinesa estaria mais fraca do que o esperado.
Europa não traz boas notícias
A Fitch Ratings cortou na véspera a nota de crédito da Espanha de ‘A’ para ‘BBB’, com perspectiva negativa. A agência de classificação de risco cita maiores gastos na recapitalização dos bancos do país, o que pode consumir de 6% a 9% do PIB (Produto Interno Bruto) do país, como motivo do corte.
No entanto, ao que tudo indica, o país conseguirá ajuda para recapitalizar seus bancos, caso venha pedir por isso no Velho Continente. Amadeu Altafaj, porta-voz da Comissão Europeia, afirmou nesta sexta-feira que “se o pedido for concretizado, os instrumentos estão prontos para serem usados”.
Por sua vez, a economia grega registrou no primeiro trimestre deste ano uma contração de 6,5% na comparação com o mesmo período de 2011, segundo dados oficiais revisados divulgados nesta sexta-feira.
Indicadores
Na agenda de indicadores dessa sexta-feira (8), as atenções do mercado se voltaram para a Ata do Copom (Comitê de Política Monetária) que, no entanto, não trouxe grandes novidades.
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Já nos Estados Unidos, a balança comercial referente ao mês de abril foi de US$ 50,1 bilhões, abaixo do que o registrado no mês de março, mas acima do teto estimado por analistas de US$ 49,7 bilhões. Além disso, também será revelado o Wholesale Inventories de abril, contendo informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista norte-americano. O estudo é preparado pelo Departamento de Comércio dos EUA.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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