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SÃO PAULO – O dólar comercial opera instável nesta terça-feira (1), operando há pouco em leve queda de 0,18%, cotado a R$ 1,6610, com o mercado atento ao início da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), assim como ao cenário externo, com destaque para Ben Bernanke e a crise na Líbia.
A autoridade monetária decidirá o futuro da taxa básica de juros no Brasil, após a elevação de 0,50 ponto percentual no último encontro. Agora, a expectativa do mercado gira em torno de uma nova alta de 0,50 p.p. na Taxa Selic, embora alguns anlistas apontem para um aperto de 0,75 p.p.
Ainda por aqui, a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal), que registrou nova desaceleração na última semana de fevereiro. O índice marcou variação positiva de 0,49%, taxa de 0,12 ponto percentual inferior àquela vista na medição anterior.
Os investidores focam-se também na Líbia, onde após duas semanas de protestos os opositores de Muammar Gadaffi já controlam a maior parte dos campos de petróleo e de gás natural no país. O presidente da estatal National Oil admitiu na última segunda-feira que a produção caiu 50%, em função da saída de funcionários estrangeiros que trabalhavam no setor.
Indicadores externos
Nos EUA, o Departamento de Comércio divulga o Construction Spending, indicador que mede os gastos públicos e privados decorrentes da construção de imóveis no país. Ainda é aguardado o ISM Index, mensurando o nível de atividade industrial no país. Destaque também para o discurso do presidente do Fed (Federal Reserve), Ben Bernanke no congresso.
Além disso, os investidores analisam o índice de atividade no setor industrial na China. O indicador saiu de 52,9 em janeiro para 52,2 para fevereiro. No entanto, vale destacar que leituras acima de 50 indicam expansão da atividade.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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