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SÃO PAULO – Depois de fechar a sessão da véspera em alta, o dólar comercial abre nesta quarta-feira (24) cotado a R$ 1,7340 na venda, baixa de 0,06%, com as atenções dos investidores voltadas para os novos indicadores da economia dos EUA, crise financeira na Europa e noticiário asiático.
Apesar da variação desta quarta-feira, a moeda norte-americana registra alta de 1,53% neste mês de novembro, porém uma desvalorização de 0,70% desde o início do ano.
No front interno, com a redução das expectativas de novas medidas do Governo no mercado de câmbio, o foco se volta para a formação da equipe econômica da presidente eleita Dilma Rousseff. Para o Banco Central, o nome mais cotado é Alexandre Tombini, atual diretor de normas da autoridade monetária, enquanto que Miriam Belchior deve assumir o ministério do Planejamento e Guido Mantega deve ficar a frente do ministério da Fazenda.
Inflação, encomendas, renda, mercado de trabalho…
Nos EUA, a agenda do dia é repleta de indicadores econômicos. Às 11h30, horário de Brasília, a primeira rodada de dados traz o Núcleo do PCE (Personal Consumption Expenditures), que é uma medida de inflação, o Durable Good Orders, número de pedidos de bens duráveis, o Personal Income e o Personal Spending, indicadores sobre a renda e os gastos individuais, respectivamente, e o Initial Claims, que mede a quantidade de pedidos de auxílio desemprego na economia norte-americana.
Finalizando, mais tarde, entre 12h55 e 13h30, saem o Michigan Sentiment, indicador sobre a confiança do consumidor na economia, o New Home Sales, que mede o número de vendas de residências novas, e os estoques de Petróleo.
Ainda sobre os EUA, vale destacar a mais nova prévia do PIB (Produto Interno Bruto) divulgada na última sessão, que apontou crescimento de 2,5% da economia e superou as expectativas do mercado.
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Crise financeira na Europa
Segundo notícias da RTE, TV estatal irlandesa, o valor total do auxílio financeiro ao país, proveniente da União Européia e do FMI (Fundo Monetário Internacional), é de € 85 bilhões, que poderão ser usados para saudar os bancos do país e financias as finanças públicas.
Segundo comentário da Ágora Corretora, a aversão ao risco do mercado tem se intensificado nos últimos dias em parte por causa de “preocupações de contágio da crise da dívida soberana e bancária da Irlanda para outros vizinhos europeus”.
Ásia
Os investidores também mantêm o noticiário asiático na pauta, com o aumento das tensões na península coreana e expectativa de elevação dos juros na China, que vem atuando de modo mais intenso no combate à inflação recentemente.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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