Dólar comercial abre em queda, pressionado por agenda dos EUA e resultados

Initial Claims vem melhor que o esperado e rompe sequência de indicadores desfavoráveis na maior economia do globo

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SÃO PAULO – Revertendo a trajetória de fechamento da véspera, o dólar comercial abre os negócios desta quinta-feira (26) em queda, com indicador econômico nos Estados Unidos e resultados corporativos norteando o clima de maior apetite por risco. Há pouco, a moeda era cotada a R$ 1,757 na venda, com desvalorização de 0,51%.

Apesar da variação desta quinta-feira, a moeda norte-americana registra alta de 0,23% neste mês de agosto e uma valorização de 1,08% desde o início do ano. 

Alívio
A agenda norte-americana tem se tornado sinônimo de notícias ruins ultimamente, mas nesta quinta-feira é diferente e o Initial Claims volta a animar investidores atentos ao desenvolvimento da maior economia do globo.

Com boas notícias sobre a economia e o mercado de trabalho norte-americano, investidores abandonam posições mais conservadoras de investimento e buscam por mercados mais arriscados, contexto em que o dólar passa a ser uma opção menos procurada.

O indicador norte-americano registrou um total de 473 mil novos pedidos de auxílio desemprego na semana passada, número melhor que o esperado pelos analistas, cujas projeções giravam em torno de 485 mil. Ademais, o indicador ficou abaixo do número registrado na semana anterior, que foi revisado de 500 mil para 504 mil solicitações.

Outra questão que influencia um clima mais ameno nos negócios desta quinta-feira são os resultados trimestrais apresentados por empresas como L’Oreal e Credit Agricole, que surpreenderam positivamente analistas.

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Brasil
Por aqui, atenção para a Nota de Política Fiscal do Banco Central. O relatório contém os resultados fiscais não-financeiros do setor público, ligado às dívidas e ao superávit primário.

Destaque também para a Pesquisa Mensal de Emprego, que indicou recuo da taxa de desemprego para 6,9% em julho, o menor patamar desde 2002.



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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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