Dólar comercial opera em leve queda, com noticiário externo movimentado

Com fraco PIB japonês, China ganha destaque como segunda maior economia; indicador nos EUA decepciona

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SÃO PAULO – O dólar comercial opera no campo positivo no começo desta semana e inverte a trajetória de fechamento da última sexta-feira (13), favorecido pela notícia de que a China, um dos principais mercados consumidores globais e também do Brasil, é agora a segunda maior economia do mundo. Há pouco, a moeda norte-americana operava em queda de 0,17%, cotada a R$ 1,769 na venda.

Apesar da variação desta segunda-feira, a moeda norte-americana registra alta de 0,74% neste mês de agosto e uma valorização de 1,60% desde o início do ano. 

China ganha espaço
Principal assunto do noticiário econômico deste início de semana, o PIB (Produto Interno Bruto) japonês decepcionou ao crescer 0,4% na base anual e 0,1% em relação ao segundo trimestre, no entanto, no mercado de câmbio a notícia que realmente chama atenção é que, com o fraco desempenho, o Japão abre espaço para a China tornar-se a segunda maior economia do mundo.

Ademais, o governo chinês voltou a dar sinais de seu processo de diversificação das reservas internacionais, desta vez por meio da fala do ex-conselheiro do PBoC (People’s Bank of China) Yu Yongding. Yu afirmou que a China tem comprado muitos títulos europeus. A notícia também influencia a desvalorização da moeda dos Estados Unidos, visto que segure um procura menor pelo ativo.

Agenda
Nos Estados Unidos, O NY Empire State Index apontou melhora da produção industrial na região de Nova York, contudo, ao registrar 7,1 pontos positivos, o indicador ainda ficou abaixo das projeções de analistas.

Já no front doméstico, o Relatório Focus mostrou que o mercado diminuiu suas projeções para o crescimento da economia brasileira neste ano, enquanto manteve sua expectativa acerca da inflação, após cinco diminuições consecutivas das estimativas.

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A agenda brasileira do dia ainda reserva espaço para os dados da balança comercial, que serão divulgados logo mais, às 11h00 (horário de Brasília).
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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