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SÃO PAULO – O dólar comercial abre os negócios desta quarta-feira (14) em alta, ao passo que o humor do mercado visto mais cedo, lastreado nos números favoráveis no cenário corporativo, cede espaço aos indicadores econômicos aquém do esperado. Há pouco, a moeda norte-americana acumulava ganho de 0,57%, negociada por R$ 1,763 na venda.
Apesar da variação desta quarta-feira, a moeda norte-americana registra queda de 2,27% neste mês de julho, porém uma valorização de 1,25% desde o início do ano.
Diferente do ocorrido na véspera, nesta sessão resultados corporativos não são suficientes para sustentar a trajetória negativa do dólar, que volta a ser opção mais procurada por investidores diante de dados preocupantes na Europa e nos Estados Unidos.
Indicadores pesam
De acordo com informações divulgadas pela Eurostat, agência oficial de estatística europeia, a produção industrial da Zona do Euro cresceu 0,9% entre abril e maio, alta menor que a de 1,2% esperada pelo mercado. Na União Europeia como um todo, a alta foi maior, de 1%.
Já na agenda norte-americana, dados do varejo fomentam o sentimento de preocupação entre investidores. O volume das vendas ao mercado varejista norte-americano caiu 0,5% durante o mês de junho, contrariando a expectativa de recuo de 0,2% no período.
Nesta sessão, o mercado ainda deverá se voltar para a divulgação do Business Inventories, que mede os estoques das empresas, às 11h00 (horário de Brasília) e também para os estoques de petróleo dos Estados Unidos, às 11h30.
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Durante a tarde, atenção para a ata da última reunião do Fed, quando a autoridade monetária norte-americana optou por manter a taxa básica de juro do país entre 0 e 0,25% ao ano.
No Brasil, a agenda desta quarta-feira não reserva espaço para a divulgação de indicadores de maior relevância.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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