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SÃO PAULO – O dólar comercial inicia a tarde desta sexta-feira (23) operando instável, enquanto temores relacionados ao resgate fiscal grego e indicadores econômicos dominam o olhar do mercado. Há pouco, a moeda norte-americana era cotada a R$ 1,765 na venda, sem variação frente ao último pregão.
De um lado, a Grécia confirmou que pretende ativar o plano de ajuda do FMI (Fundo Monetário Internacional) e da União Europeia. De outro, a chanceler alemã, Angela Merkel, ressaltou que só poderemos falar em “assistência concreta” quando questões relacionadas ao plano de corte de gastos forem solucionadas.
Destaques
O volume de pedidos e entregas de bens duráveis feitos à indústria norte-americana veio abaixo do esperado pelo mercado durante o mês de março, enquanto que o número de casas novas vendidas surpreendeu positivamente, reportando um total de 411 mil imóveis vendidos.
O PIB (Produto Interno Bruto) do Reino Unido decepcionou o mercado ao crescer 0,2% no primeiro trimestre de 2010. O avanço permanece aquém das projeções dos analistas, que listavam expansão de até 0,4% da atividade econômica.
Já na China, dados divulgados pelo PBoC (People’s Bank of China) nesta manhã mostraram que a atividade econômica chinesa avançou 12,2% no primeiro trimestre deste ano, na base trimestral.
No Brasil, a tímida agenda econômica do dia contou apenas com a divulgação do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) da terceira semana de abril. No período, o índice marcou inflação de 0,76%, taxa 0,04 ponto percentual abaixo da observada na medição anterior.
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Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio está sendo cotado a R$ 1.767, estável em relação ao fechamento da última quinta-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, opera em baixa de 0,20%, atingindo R$ 1.776 frente a R$ 1.779 do fechamento de quinta-feira.