Segmento BM&F estabelece recordes em contratos e negócios em fevereiro

Balanço da BM&F Bovespa mostra que volume no segmento foi de R$ 2,47 trilhões no mês, com 39,3 milhões de contratos

Publicidade

SÃO PAULO – A BM&F Bovespa (BVMF3) divulgou nesta sexta-feira (5) o balanço de suas operações durante fevereiro de 2010, com uma movimentação total R$ 118,06 bilhões no segmento Bovespa e volume financeiro R$ 2,47 trilhões no segmento BM&F, incluindo os mercados financeiros e agropecuários.

Com relação ao mês anterior, o volume de movimentação voltou a registrar queda no segmento Bovespa, assim como ocorreu em janeiro. O número de negócios também caiu, somando 7,36 milhões.

Já no segmento BM&F, o número de contratos negociados aumentou para 39,3 milhões, frente aos 36,2 milhões do mês anterior. O volume financeiro, por sua vez, recuou para R$ 2,47 trilhões.

A média diária de contratos negociados no segmento BM&F atingiu nova marca histórica, 2.183.679. O número dos contratos em aberto no total do mercado ao final do último pregão de fevereiro foi de 27.556.692 posições, ante 22.967.763 em janeiro.

Da mesma forma, a média diária do número de negócios no segmento também registrou novo recorde, de 62.994, frente 51.329 negócios em outubro de 2009, recorde anterior. 

Além disso, a média diária do acesso direto ao mercado (DMA) no segmento BM&F também atingiu um novo recorde, de 696.501 contratos, contra 497.049 em outubro de 2009 (recorde anterior).

Continua depois da publicidade

A média diária de roteamento de ordens do Globex da CME Group para o segmento BM&F também teve novo recorde, de 176.216 ordens.

Participação de investidores
Ao fim do mês, as instituições financeiras lideraram a participação no volume financeiro nos mercados do segmento BM&F, com 42,93%, ante 43,48% no mês anterior. Em seguida aparecem os os investidores institucionais, com 26,39%. No mesmo período, os investidores estrangeiros ampliaram sua fatia de 20,02% para 23,06%. As pessoas físicas encerraram o mês com participação de 5,07%, ante 5,12%; e as empresas, com 2,55%, contra 1,84% em janeiro.

Tópicos relacionados