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SÃO PAULO – O início de 2007 está chegando e com ele o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). O tributo, em si, já é alto. Mas para aquele que não se preparou o peso no bolso é ainda maior.
De acordo com o coordenador da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, havendo possibilidade, o indicado é o pagamento à vista.
Modos
São dois modos de quitar o débito: em três vezes sem desconto ou, então, de uma vez só com abatimento de 3% sobre o valor total. Como exemplo está o caso da cobrança no valor de R$ 750, que sairia R$ 22,5 mais barata em parcela única, passado para R$ 727,50.
“Neste caso, o consumidor que não pagar à vista estaria assumindo um custo financeiro de 3,13% ao mês”, explicou o especialista no documento de divulgação.
Aplicações financeiras
Oliveira recomenda ainda que aqueles que tiverem aplicações financeiras devem resgatar o dinheiro para pagar o tributo, uma vez que o benefício do desconto seria maior do que o rendimento do montante.
Por outro lado, lançar mão do cheque especial ou, então, do cartão de crédito, para obter o abatimento deve ser evitado, porque os juros cobrados nesses dois produtos são de cerca de 10% ao mês, superiores, portanto, ao desconto de 3% que será obtido com o pagamento à vista.
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Parcelamento maior
Quem não tiver recursos aplicados ou condições para o pagamento no ato deve usar o parcelamento que possui juro inferior ao oferecido pelos bancos.
Somente valerá a pena fazer o financiamento, caso o consumidor necessite de prazos maiores, uma vez que o parcelamento direto pode ser feito em, no máximo, três vezes, enquanto os bancos oferecem prazos superiores.