Merval sobe 4,75% na Argentina e é destaque entre mercados latinos

Os principais índices das bolsas latino-americanas encerraram o pregão desta segunda-feira em alta, com destaque para o Merval na Argentina, que apresentou forte alta com os rumores de que o swap da dívida aconteceria ainda nessa semana, gerando uma queda nos juros pagos pelo país e evitando um possível default.Troca pode chegar a US$ 60 […]

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Os principais índices das bolsas latino-americanas encerraram o pregão desta segunda-feira em alta, com destaque para o Merval na Argentina, que apresentou forte alta com os rumores de que o swap da dívida aconteceria ainda nessa semana, gerando uma queda nos juros pagos pelo país e evitando um possível default.

Troca pode chegar a US$ 60 bilhões

O governo argentino havia anunciado há algumas semanas que estaria promovendo a reestruturação dos títulos da dívida Argentina, baixando os juros para 7% ao ano, e trazendo uma grande economia com os encargos da dívida de mais de US$ 60 bilhões. Dessa forma, o país vizinho conseguiria mais uma vez evitar a moratória, que estaria bem próxima, já que o governo de Buenos Aires não atingiria o déficit zero nesse ano.

Mesmo sem o governo atingir o equilíbrio de suas contas, o Fundo Monetário Internacional, FMI, não irá declarar o calote da dívida Argentina. A entidade começou nessa semana a revisar as contas públicas do país com o objetivo de avaliar se autoriza ou não o desembolso de fundos para a reestruturação da dívida de curto prazo. Thomas Reichman, membro da organização multilateral responsável pela Argentina, se encontrou hoje com o secretário da Fazenda Jorge Baldrich para analisar o resultado fiscal do terceiro trimestre desse ano.

Por sua vez, o governo federal se reúne com empresários, sindicatos, e com oposicionistas para discutir algumas políticas públicas com o swap da dívida, políticas sociais, integração no comércio externo e reforma do Estado.

O índice Merval registrou valorização de 4,75%, cotado a 223,36 pontos. As altas mais importantes foram a Telefónica (+12,15%), a companhia de energia Pecon (+9,27%) e a holding Perez Companc (+6,80%). Já as quedas mais significativas foram da montadora Renault (-2,33%), da companhia petrolífera Repsol YPF (-1,40%) e da Autopistas Oeste (-0,88%).

IPC do México acompanha EUA e fecha em alta

O índice IPC da Bolsa Mexicana de Valores encerrou a segunda-feira em alta, seguindo o mercado norte-americano. No início do dia, as principais bolsas nos EUA apresentavam queda com a declaração de que o país estaria em recessão econômica. Porém a tendência se reverteu na parte da tarde, com os resultados das vendas entre as varejistas, que apresentaram um bom faturamento no feriado de Ação de Graças.

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No pregão de hoje, o IPC registrou alta de 0,42%, cotado a 5.759,24 pontos. As melhores performances ficaram por conta das empresas ICA (+5,79%), Sanborns (+5,50%), Corporación Geo (+5,43%) e a empresa de softwares Savia (+5,00%). Por outro lado, as baixas mais importantes foram Femsa (-5,36%), a empresa de bebidas Valle (-4,11%), Tamsa (-3,25%) e Inbursa (-2,27%).















Outros Mercados: Brasil Ibovespa +2,50%
Chile IPSA -0,29%
Peru IGRA +0,53%
Venezuela IBC -1,14%

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