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SÃO PAULO – O UBS foi um dos grandes bancos de investimento que reduziu o preço-alvo para a OGX Petróleo (OGXP3), passando de R$ 1,00 para R$ 0,20, com recomendação de venda para os ativos.
Os cortes ocorreram após o anúncio da véspera sobre a suspensão do desenvolvimento da produção em 3 poços de Tubarão Azul e, agravado ainda pelo corte de rating da ação da companhia de B- para CCC, fizeram as ações das empresas do grupo despencarem. O UBS destacou que o ponto chave para a companhia, no momento, é o exercício da put de R$ 1 bilhão e destaca como o catalisador positivo que resta para a companhia a monetização do campo de Tubarão Martelo.
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Entretanto, apesar do cenário ruim para as ações do grupo EBX, os analistas Lylliana Yang e Henrique Piretti elevaram a recomendação para as ações de outra companhia do grupo de Eike Batista: da MPX Energia (MPXE3), que teve sua recomendação elevada de neutra para compra, mas com o preço-alvo sendo reduzido de R$ 11,00 para R$ 9,00, representando um potencial de alta de 25% em relação ao último fechamento.
Eles apontam que o novo preço-alvo reflete o aumento de capital de R$ 1,2 bilhão ao preço mínimo de R$ 10,00. Os analistas apontam que, assim como as especulações reveladas pela imprensa, compartilham a preocupação de que a alemã E.ON e o BTG Pactual possam não garantir a operação pelo preço de R$ 10,00 por ativo, uma vez que as ações estão sendo negociadas entre R$ 7,00 para R$ 8,00.
De acordo com os analistas, o cenário que se desenha é de que a E.ON, BTG e o grupo EBX buscam vias alternativas para capitalizar, de modo a financiar o crescimento da companhia. Neste cenário, Yang e Piretti ressaltam que eles deveriam considerar a transferência de controle, o que levaria a um potencial de alta com o tag along.
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O cenário positivo para os papéis se baseia em um preço de R$ 11,00 para os ativos – anteriormente, era de R$ 13,00 -, enquanto para o cenário de baixa é de R$ 6,00 – ante R$ 9,00, destacam os analistas.