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SÃO PAULO – Momentos depois do anúncio de que os EUA irão revisar o programa de US$ 85 bilhões em compras de ativos mensais, o Ibovespa aprofunda as perdas e registra queda de 1,35%, aos 56.539 pontos, segundo cotação das 16h37 (horário de Brasília). Na mínima o índice chegou a recuar 1,41%, para 56.504 pontos.
Às 16h00 a ata do Fomc (Federal Open Market Committee) revelou que alguns membros da autoridade monetária norte-americana consideram encerrar o programa antes que ele alcance o objetivo inicial, de melhora substancial no mercado de trabalho.
“Diversos membros enfatizaram que o comitê deve estar preparado para variar o ritmo das compras de ativos, seja em resposta a mudanças no cenário econômico ou enquanto a avaliação da eficácia e dos custos de tais compras evolua”, diz a ata.
Outras ideias sugerem que o programa pode ser reduzido ou então que o Federal Reserve troque as compras de ativos por promessas de que não venderá os ativos por um período mais longo do que o previsto atualmente.
Com a queda desta quarta-feira, o Ibovespa caminha para acumular o seu 10º pregão no negativo em 11 sessões.
Durante a tarde, depois de um dia volátil, o índice havia se consolidado no campo negativo, enquanto a ação da OGX Petróleo (OGXP3) impulsionava os ganhos do índice. Na máxima do dia, elas chegaram a subir mais de 9%, sendo que agora a alta é próxima a 4%.
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As maiores quedas do índice ficam por conta das ações da PDG Realty (PDGR3, R$ 2,94, -4,85%), BM&FBovespa (BVMF3, R$ 12,98, -4,07%), Braskem (BRKM5, R$ 14,32, -3,76%), Gerdau Metalúrgica (GOAU4, R$ 20,02, -3,66%) e Gerdau (GGBR4, R$ 15,82, -3,42%).