Confiança do consumidor estabiliza em março, aponta ACSP

O INC atingiu 157 pontos no terceiro mês do ano, igual a fevereiro e com queda de 7 pontos em relação a março de 2010

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SÃO PAULO – O INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor), divulgado nesta segunda-feira (11) pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo), manteve-se estável em março, registrando 157 pontos.

Em relação a março de 2010, quando foram registrados 150 pontos, houve alta de sete pontos. Lembrando que o estudo aponta otimismo quando o indicador está acima de 100 pontos e pessimismo quando se encontra abaixo dessa pontuação.

Destaques
Os consumidores da região Sul passaram a ser os mais otimistas, após alta de 11 pontos no índice, que passou de 175 pontos em fevereiro, para 186 pontos no mês passado. Em seguida, aparecem as regiões Norte/Centro-Oeste, que caíram da primeira para a segunda colocação, após queda de 5 pontos, passando de 178 pontos para 173, na mesma base comparativa.

Já a região Sudeste perdeu 9 pontos, marcando 159 pontos, contra 168 em fevereiro. A região Nordeste, por sua vez, continua sendo a menos otimista, com 136 pontos em março, 13 a mais do que os 123 pontos verificados um mês antes.

Na análise por classes sociais, a C aparece como a mais confiante, com 163 pontos, ante os 157 pontos de fevereiro. Em segundo lugar, estão os consumidores da classe A/B, que registraram 152 pontos, contra os 156 de fevereiro. A classe D/E ficou com 137 pontos em março, contra os 144 pontos registrados no mês anterior.

Expectativas para o futuro
A parcela de pessoas que acham que a economia em que vivem estará mais forte nos próximos seis meses ficou em 45% em março, um ponto percentual acima do registrado em fevereiro. O índice das que acreditam que a economia local estará mais fraca também subiu um p.p., para 9% em março.

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Por fim, o percentual das pessoas que dizem achar que sua situação financeira pessoal estará um pouco ou muito melhor daqui a seis meses caiu dois p.p, para 55%. Os que consideram que ela estará pior ou muito pior caíram um ponto, registrando 7% em março.