Publicidade
SÃO PAULO – A Prefeitura de São Paulo lançou na quarta-feira (11) o Programa de Proteção ao Pedestre. O objetivo é reduzir entre 40% e 50% o número de atropelamentos e mortes de pedestres até 2012.
Para se ter uma noção, no ano passado, foram registrados 7.007 atropelamentos na cidade de São Paulo, que resultaram na morte de 630 pedestres. Esse número corresponde a 46,4% do total de mortes em decorrência de acidentes de trânsito na cidade.
O balanço de acidentes fatais de trânsito na capital aponta que 83% dos pedestres mortos em atropelamentos estavam atravessando a rua, 10% estavam parados ou andando na rua e 7% estavam sobre a calçada.
InfoMorning
Informações, análises e recomendações que valem dinheiro
A ideia do Programa de Proteção ao Pedestre é utilizar uma ampla campanha educativa, reforçando a fiscalização e adotando algumas ações de engenharia.
Zona máxima de proteção ao pedestre
A principal estratégia da Secretaria Municipal de Transportes é criar as chamadas ZMPPs (zonas de proteção ao pedestre). Esses locais representam 1% do território da cidade, no entanto, concentram 11,5% de todos os atropelamentos.
As oito ZMPPs são Santana, Brás, Penha, Lapa, Santo Amaro, Pinheiros, Centro e expansão do Centro – região da Av. Paulista. Nessas regiões serão adotadas medidas educativas, de engenharia de tráfego e de fiscalização.
Continua depois da publicidade
Também haverá mais de 100 agentes de trânsito que atuarão em cruzamentos para orientar motoristas e pedestres.