BC e CMN decidem recolher cédulas danificadas por dispositivos antifurto

Objetivo das medidas anunciadas é contribuir para a redução dos casos de furtos e roubos a caixas eletrônicos

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SÃO PAULO – As cédulas danificadas por dispositivos antifurto dos caixas eletrônicos perderão a validade, de acordo com regulamentação aprovada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) e o BC (Banco Central do Brasil).

Em nota divulgada nesta quarta-feira (1), o BC afirma que o “objetivo das medidas anunciadas é contribuir para a redução dos casos de furtos e roubos a caixas eletrônicos, ao dificultar a circulação de notas roubadas ou furtadas”.

Procedimentos
Ao identificar uma nota potencialmente suspeita, o portador deve se dirigir a uma agência bancária, responsável por encaminhar a cédula ao BC. Lá, seus técnicos irão analisar a procedência do dinheiro.

Caso comprove que o dano tenha sido provocado por dispositivo antifurto, o BC abrirá espaço para uma investigação criminal encabeçada pelas autoridades competentes. Nesse meio tempo, o portador da cédula recolhida também será avisado de tais procedimentos.

No entanto, o portador da nota não terá direito ao ressarcimento do valor correspondente à cédula danificada. Após análise, caso seja comprovado que o dano não é proveniente de dispositivo antifurto, o banco comunicará ao portador e providenciará a troca da nota.

O BC recomenda à população que não receba notas suspeitas de terem sido danificadas por dispositivos antifurtos.