Para paulistanos, Governo deve priorizar a construção de mais linhas de metrô

Dentre as recomendações para melhorar o trânsito, eles também citam a ampliação de corredores de ônibus e da fiscalização

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SÃO PAULO – Construir novas linhas de metrô e trem, ampliar os corredores de ônibus e aumentar a fiscalização do trânsito. Essas são as medidas em que os paulistanos acreditam que o Governo deve priorizar nos próximos anos, a fim de melhorar o trânsito da capital paulista.

De acordo com pesquisa, 74% dos paulistanos afirmaram que a malha metro-ferroviária deve ser ampliada, sendo que, destes, 33% citaram a medida como a primeira a ser adotada.

Para 73%, a construção de mais corredores de ônibus deve ser priorizada pelo Governo nos próximos anos. Destes, 38% acreditam que a ampliação deve ser a primeira medida a ser adotada pelo Governo.

O levantamento, realizado pela Toledo&Associados, a pedido da ANTP (Associação Nacional dos Transportes Públicos), realizou 2.352 entrevistas domiciliares em São Paulo.

Outras medidas
Segundo a pesquisa, fiscalizar o trânsito também é uma medida eficaz a ser adotada a fim de melhorar o trânsito. Para 46%, ela é válida, sendo que, destes, 9% acreditam que ela deve ser prioridade.

A construção de novas vias e a sincronização dos semáforos são citadas por 38% e 23%, respectivamente, como medidas, sendo que a primeira deve ser adotada como prioridade para 7% dos entrevistados, ao passo que, para 4%, a sincronização deve ser a primeira ação do Governo.

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Rodízio
Aumentar os dias em que o rodízio vigora não é visto como uma medida prioritária para melhorar o trânsito, já que 21% dos entrevistados creem que aumentar a operação para dois dias para cada placa por semana pode ser uma boa medida, mas apenas  5% creem que ela deve ser adotada em primeiro lugar.

A construção de ciclovias ficou em último lugar na lista de prioridades que o Governo deve adotar para melhorar o trânsito, na visão dos paulistanos. Segundo o levantamento, 20% dos pesquisados recomendam essa medida. Destes, apenas 3% citam a ação como prioritária.