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SÃO PAULO – Passados dez meses do ano, a alimentação fora de casa já está 6,51% mais cara, sem superar, porém, a alta dos preços dos alimentos e bebidas em geral no período, que foi de 6,59%, de acordo com os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados nesta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Dentro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada no ano de 6,97%. A maior elevação, no entanto, foi verificada no cafezinho: 8,41%. O menor aumento, de 4%, foi verificado nos preços do café da manhã.
Já em 12 meses terminados em outubro, o consumidor que se alimenta fora de casa já está desembolsando 8,57% mais que no período anterior. Neste caso, o destaque ficou com o chope, que pesou 9,76% a mais no bolso, seguida pela refeição, 9,40% mais cara no período. Depois, aparecem as outras bebidas alcoólicas (9,09%) e refrigerante e água mineral (8,76%).
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Considerando apenas outubro, os preços dos itens que compõem o grupo alimentação fora de casa aumentaram 0,95%, com destaque para os doces, com alta de 1,88%.
No Brasil
No acumulado do ano até outubro, consumidores de Belo Horizonte foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa. A mesma situação foi verificada no período de 12 meses, como mostra a tabela abaixo:
| Variação do custo da alimentação fora do domicílio | |||
| Capital | Outubro | Acumulado do ano | Acumulado de 12 meses |
| Rio de Janeiro | 0,86% | 7,29% | 9,28% |
| Porto Alegre | 0,86% | 4,97% | 7,20% |
| Belo Horizonte | 1,23% | 7,81% | 10,29% |
| Recife | 1,24% | 4,35% | 7,59% |
| São Paulo | 1,09% | 6,48% | 8,57% |
| Distrito Federal | 0,69% | 6,33% | 7,42% |
| Belém | 0,82% | 5,17% | 5,94% |
| Fortaleza | 0,59% | 6,04% | 8,33% |
| Salvador | 1,16% | 7,11% | 10,09% |
| Curitiba | 0,48% | 7,54% | 8,38% |
| Goiânia | 0,43% | 4,54% | 6,62% |
| Nacional | 0,95% | 6,51% | 8,57% |
Fonte: IBGE
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Alimentação em casa
No domicílio, Goiânia é a capital onde os preços mais subiram, com alta acumulada no ano de 10,40%, frente à média nacional de 6,63%.
Em 12 meses, a alimentação feita em casa ficou 6,89% mais cara, com maior alta também em Goiânia, onde os preços ficaram 10,27% mais altos no período.