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SÃO PAULO – O código malicioso Conficker continuou sendo a principal ameaça virtual durante o mês de março, segundo indica a empresa de segurança na internet ESET. No terceiro mês do ano, notou-se uma grande quantidade de novas variantes do worm.
A ameaça começou a se propagar em novembro do ano passado, aproveitando-se de uma vulnerabilidade da Microsoft, já corrigida pela empresa. Porém, devido à falta de atualização dos sistemas operacionais pelos usuários, o código malicioso tem alcançado altos níveis de propagação.
Maior ameaça
Com isso, o código ganhou as primeiras posições no ranking da empresa sobre as principais ameaças na internet, além de ser o worm mais importante do começo do ano, já que ainda continua vigente.
“Atualmente, existem várias variantes do Conficker e a maioria possui características técnicas capazes de criar serviços no sistema operacional, conectar-se constantemente à Internet em busca de novas versões e atualizações e, ainda, a possibilidade de bloquear ferramentas e sites de segurança”, afirma o CEO da Protagon Segurança de Dados, representante da ESET no Brasil, Breno Pilar.
Além do Conficker, outros códigos maliciosos tiveram destaque em março, como o Waledac, que também apresentou novas variantes, e se propagar por meio de correios eletrônicos, que simula o envio de notícias sobre uma explosão em diferentes cidades do mundo.