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SÃO PAULO – A classe residencial utilizou 6% mais energia no ano passado, na comparação com 2006, de acordo com dados divulgados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A categoria teve crescimento maior do que o registrado em todas as classes – residencial, comercial e industrial -, juntas, de 5,4%.
O aumento da renda, do emprego e as condições favoráveis de crédito, que possibilitam a aquisição de maior quantidade de eletroeletrônicos, se constituíram, segundo a empresa, nos principais fatores de estímulo ao consumo de energia elétrica nas residências brasileiras.
Mais unidades atendidas
Considerando ainda o cliente residencial, o levantamento da EPE destaca o aumento de 2 milhões de novas unidades atendidas pela rede em 2007, em relação a 2006. A quantia é 3,4% superior à registrada no ano anterior.
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A alta é decorrente, principalmente, do Programa Luz para Todos, que possibilitou o consumo de energia para mais 500 mil domicílios.
Crescimento nas regiões
De acordo com a EPE, a taxa mais alta de crescimento, em 2007, no consumo de energia elétrica total foi registrada no Sudeste e Nordeste, que obtiveram um aumento de 7% e 5,8%, respectivamente. Em seguida, aparecem o Norte, com avanço de 5,4%, o Sul, com 5,1%, e o Centro-Oeste, com 5%.
Para este ano, a empresa prevê um crescimento de 6% para a classe residencial, 4% para a indústria e de 7,5% no comercial.