Volume do segmento BM&F movimentou R$ 3,74 trilhões em julho

Foram registrados 59.029.459 contratos negociados no mês passado, valor superior aos 51.759.338 registrados em junho

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SÃO PAULO – A BM&F Bovespa (BVMF3) reportou seu balanço de operações referentes ao mês de julho nesta sexta-feira (3). No período, o segmento BM&F registrou 59.029.459 contratos negociados em julho, superior aos 51.759.338 em junho. Do mesmo modo, o volume financeiro alcançou R$ 3,74 trilhões no mês passado, ante R$ 3,55 trilhões do mês imediatamente anterior. 

Os derivativos foram responsáveis por boa parte dessa movimentação. Os contratos de juros futuros tiveram 23.276.954 contratos negociados, com alta frente aos 22.529.004 de junho. Já o dólar comercial futuro movimentou 6.906.235 contratos, baixa frente aos 7.364.884 de junho. Já os contratos de Ibovespa futuro e mini-índice passaram de 1.923.505 e 3.430.351 para 1.915.180 e 3.628.595, respectivamente. 

Agronegócio e dólar
O estoque de títulos de agronegócio totalizou R$ 22,61 bilhões em julho, dos quais R$ 21,14 bilhões são de LCAs (Letra de Crédito do Agronegócio). Os títulos de agronegócio em junho haviam representado R$ 19,79 bilhões, somando todas as operações realizadas no SRTA (Sistema de Registro de Títulos de Agronegócio).

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Já o dólar a vista totalizou 81 negócios, com giro financeiro de US$ 58,25 milhões em julho, enquanto o volume de dólares negociados no mercado interbancário e registrados na clearing de câmbio da bolsa de valores foi de US$ 46,02  bilhões e 3.161 negócios, contra os US$ 42,93 bilhões no mês anterior.

Ouro e renda fixa
Por sua vez, contratos de ouro, procurados em momentos de crise, registraram 777 contratos, ante 713 de junho. O volume financeiro totalizou R$ 20,80 milhões, avanço frente aos R$ 18,64 milhões movimentados no mês anterior. A renda fixa pública totalizou R$ 588,4 milhões, ante R$ 1,8 bilhão em junho. 

Participação de investidores
As insitituições financeiras tiveram a maior parcela na movimentação nos mercados do segmento BM&F em julho, com participação de 35,54%, ante 34,44% em junho. Em seguida apareceram os investidores institucionais, cuja fatia passou de 31,60% para 33,73% na passagem mensal.

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No mesmo período, os investidores estrangeiros tiveram alta na participação para 24,54%, queda se comparado aos 26,51% do mês anterior. A participação das pessoas físicas também caiu de 5,44% para 4,17%, enquanto a das empresas caiu, passando de 1,94% para 1,86%.