Robôs como enfermeiros de idosos deve ser realidade em 2050, diz engenheiro

Para PhD em engenharia, pesquisas estão aperfeiçoando os robôs e estabelecendo sistemas que humanizam as máquinas

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SÃO PAULO – Encontrar robôs cuidando de idosos poderá ser uma realidade e não apenas enredo de filme de ficção. Isso é o que acredita o PhD em engenharia mecânica, Marco Antônio Meggiolaro, que prevê que, até 2050, as pessoas poderão encontrar máquinas acompanhando os passeios dos idosos.

Durante a palestra “Robótica – Tendências e Aplicações Futuras”, na última terça-feira (05), em Petrópolis, o engenheiro também afirmou que a realização de cirurgias a distância também deve se tornar uma realidade.

Aperfeiçoamento de robôs

Segundo Maggiolaro, as pesquisas e estudos aperfeiçoam as técnicas robóticas, gerando melhorias na qualidade de vida das pessoas e prevenindo e combatendo doenças, além de estabelecer sistemas que emitam informações cognitivas, capazes de humanizar as máquinas.

“Este é um esforço da comunidade acadêmica para que os robôs sejam aceitos pela sociedade. Ou seja, se um robô for capaz de emitir simpatia e gentileza, por exemplo, poderá ser aceito como enfermeiro por um paciente idoso”, afirmou.

Maggiolaro lidera o grupo RioBotz, equipe formada por alunos da PUC-Rio e que desenvolve robôs de competição. O grupo é tricampeão da competição anual, que acontece em São Francisco, nos Estados Unidos.