CVM absolve acusados em negociações entre Suzano e Petrobras

Segundo a relatora do caso, relações de amizade e parentesco não são suficientes para caracterizar a infração

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SÃO PAULO – Os 20 acusados de utilizar informações privilegiadas na compra da Suzano Petroquímica pela Petrobras (PETR3, PETR4) foram absolvidos pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) nesta terça-feira (21).

Segundo declarações de Luciana Dias à imprensa, a relatora do caso e diretora da CVM alegou falta de provas, já que relação de amizade e de parentesco não é o suficiente para condenar os suspeitos.

Caso
Em abril de 2007, enquanto negociavam uma possível parceria, as duas companhias firmaram acordo de confidencialidade e meses depois a negociação se transformou em uma operação de venda das ações da Suzano para a estatal.

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A CVM percebeu uma negociação atípica das ações pelo banco Prosper, responsável por 14% das negociações, o que revelou indícios de uso de informação privilegiada. Além do banco, fundos e clubes de investimentos também eram suspeitos, assim como administradores do banco e pessoas ligadas a eles