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SÃO PAULO – Com o grande interesse do público jovem por entretenimento em seus celulares e a maior oferta de aparelhos capazes de suportar os novos serviços, o mercado de músicas e games aos usuários de telefones móveis cresce no Brasil.
Diante disso, as operadoras de telefonia e os desenvolvedores de aplicativos tendem a oferecer mais opções de serviços de valor agregado. Os números só comprovam o interesse do público por novos conteúdos em seus portáteis.
Previsão
De acordo com dados da Juniper Research, em 2006, divulgados no Diário do Comércio, periódico da Associação Comercial de São Paulo, o mercado mundial de mobile games, que chegou aos US$ 3 bilhões em 2006, deve atingir os US$ 18 bilhões até 2011.
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Somente em músicas, como ringtones e canções de vários formatos, o Garther Group prevê que os gastos dos usuários no mundo devem alcançar US$ 13,7 bilhões em 2007.
No Brasil, acrescenta o periódico, as estatísticas não são exatas, até porque as operadoras de telefonia móvel não abrem seus números de faturamento para conteúdos específicos. Por sua vez, os desenvolvedores de games ficam frustrados por não poderem divulgar suas vendas.
Porém, o diretor de Marketing da Tec Toy Mobile, André Faure, arrisca um palpite para o mercado brasileiro, levando em conta o faturamento mundial de games em aparelhos móveis em 2006: US$ 3 bilhões.
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Do videogame ao celular
O mercado não se alimenta apenas das novidades. O clássico Sonic, da Sega, foi adaptado para celulares dos clientes da Claro e TIM para a Motorola, Nokia, Samsumg e Sony Ericsson.
Já a Tec Toy deve lançar neste primeiro trimestre, para os aparelhos GSM, dois produtos exclusivamente brasileiros e em fase de desenvolvimento no seu laboratório, que emprega 10 pessoas, entre artistas, engenheiros e desenvolvedores.
Segundo o diretor de marketing da empresa, não será difícil de alcançar a meta de faturar R$ 14 milhões nesse ano, tendo em vista o crescimento do mercado brasileiro.