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SÃO PAULO – O número de pessoas que vivem com apenas US$ 1 por dia está diminuindo mundialmente o World Competitiveness Yearbook, divulgado nesta quinta-feira (10).
De acordo com o ranking, que avalia 55 economias nacionais mais industrializadas para definir os países que têm melhor capacidade de prover um ambiente propício para os investimentos, de 1970 a 2006 as taxas de pobreza apresentaram significativa queda de 15,4% a 5,7%. Já as diferenças sociais não recuam e continuam a crescer desenfreadamente.
Brasil
O Brasil ocupa a a 49ª posição do ranking, e os fatores que prejudicam o bom desempenho do País são a alta tributação, a economia informal e o elevado índice de desemprego, revela o professor Stéphane Garelli, diretor do International Institute for Management Development (IMD), responsável pela pesquisa.
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O país não apresenta resultados muito otimistas em categorias como mão-de-obra e produtividade, passando, respectivamente, da 31ª para a 44ª posição, e do 46º para o 53º lugar. Já em finanças houve uma leve melhora, com o avanço da 44ª para a 41ª colocação.
Nos quesitos desempenho econômico, eficiência do governo e infra-estrutura, o Brasil registrou desempenho negativo em praticamente todas categorias.
Expectativa de vida chega aos 85 anos
Outro item avaliado foi a expectativa de vida mundial, que já chega aos 85 anos de idade em economias mais industrializadas. Essas taxas levam a um insustentável sistema de saúde, que acaba deixando muito a desejar.
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As taxas de juros e carga tributária dos países também fazem parte da análise, que concluiu que as nações estão baixando as taxas de juros para atrair empresas e, com isso, estão desenvolvendo um consenso internacional que estabiliza as taxas, independente de sua área de atuação.
Nações ecologicamente corretas
O acelerado desenvolvimento industrial levou a uma série de impactos no planeta, que agora ameaçam a vida humana. O estudo avaliou também a preocupação a nível mundial de empresas quanto às questões ambientais e concluiu que companhias devem modificar sua atitude frente a este problema até mesmo para atrair o público jovem, que está cada vez mais exigente.