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SÃO PAULO – A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) fechou contrato para a reforma do sistema que controla os 1.256 semáforos inteligentes da cidade de São Paulo. Com isso, os equipamentos voltarão a funcionar plenamente em outubro de 2008.
A recuperação dos equipamentos está sendo realizada em duas fases, sendo que a primeira – iniciada em abril de 2006 e já concluída – conseguiu recuperar a tecnologia das Centrais de Tráfego em Área (CTA) e teve investimento de R$ 30 milhões.
Segunda etapa
A segunda fase da reforma visa a recuperação das redes de campo, como os laços indutores sob o asfalto (sensores que quantificam o volume de veículos e transmitem dados para a contagem do fluxo).
A implementação do projeto de recuperação tem como objetivo:
- Revitalizar, promover atualização tecnológica e manter as cinco centrais de controle, os controladores semafóricos, a rede de transmissão de dados e o sistema CFTV – Circuito Fechado de Câmeras de TV;
- Melhorar as condições de segurança, fluidez e meio ambiente da cidade, conforme os parâmetros comprovados nos cruzamentos envolvidos;
- Reduzir em 67% os atropelamentos (327 atropelamentos/ano);
- Reduzir em 18% as colisões com vítimas (223 colisões/ano);
- Reduzir em 25% o tempo de espera em semáforos (economia de 26 milhões de dólares/ano);
- Economizar 50 milhões de dólares/ano em horas de trabalho;
- Reduzir em 25% a emissão de poluentes;
Investimento
O investimento total será de R$ 162 milhões, utilizados na recuperação de cinco CTAs, na substituição de controladores eletromecânicos por controladores eletrônicos, na centralização do controle dos semáforos e na substituição das lâmpadas convencionais por luminosos com tecnologia de grupos focais de leds.
Além disso, haverá investimento nas operação em tempo real no Sistema Viário Estratégico e nas redes semafóricas saturadas e nas operação no modo multiplanos nos demais locais.
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Atualmente, a cidade de São Paulo conta com um total de 5,5 mil semáforos em 15 mil quilômetros de vias, sendo que os inteligentes funcionam como os normais, sem medir o tráfego de veículos e calcular o tempo que precisa ficar aberto para dar melhor fluidez ao trânsito.