Conteúdo editorial apoiado por

Disposição para comprar casa e carro aumenta em setembro, aponta ACSP

A quantidade de pessoas que se sentem mais à vontade para fazer este tipo de aquisição cresceu frente a agosto

Publicidade

SÃO PAULO – A quantidade de brasileiros que se sentem seguros para comprar um carro ou uma casa cresceu no nono mês de 2007, de acordo com o INC (Índice Nacional de Confiança) divulgado pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) nesta quinta-feira (11).

Isso porque a média dos que disseram se sentir muito mais à vontade para realizar este tipo de aquisição agora do que há seis meses passou de 28 pontos em agosto para 33 em setembro. Além disso, a dos que disseram estar menos à vontade caiu de 38 para 35 pontos.

Compras menores

Ainda segundo o estudo, o INC dos consumidores que se mostraram menos à vontade para realizar compras menores, como a de um fogão ou uma geladeira, atingiu 26 pontos em setembro, três a menos do que os 29 registrados em agosto.

Já a média dos brasileiros que afirmaram se sentir muito mais à vontade para comprar este tipo de produto subiu no período em questão, de 43 para 47 pontos.

Região e Classe Social

Considerando as compras maiores, como as de um carro ou casa, a pesquisa aponta que 6% dos entrevistados da classe AB se mostraram muito mais à vontade, contra 5% da C e 4% da DE. Entre as regiões, o destaque ficou com o Sudeste (6%).

No caso dos itens para a casa, como fogão e geladeira, a maior disposição também veio da classe AB (17%). Na C ela foi de 13% e na DE, de 8%. Por região, a Norte/Centro-Oeste apresentou o maior percentual de pessoas muito mais à vontade para realizar este tipo de aquisição, 18%.

Continua depois da publicidade

Gastos com prestações

Por fim, o levantamento realizado pela Ipsos Public Affairs revela que a média de gastos dos consumidores com prestações/crediários aumentou 8,95% entre o oitavo e o nono mês deste ano, passando de R$ 67 para R$ 73.

Já na comparação com setembro do ano passado, quando a média de gastos com prestações/crediários era de R$ 81, houve queda de 9,87%.