Vôos no feriadão devem ter “regularidade razoável”, segundo Jobim

O ministro da Defesa disse que os passageiros devem esperar mesma regularidade no final do ano e nas férias escolares

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SÃO PAULO – Os vôos do feriado da Proclamação da República devem ter “um grau de regularidade razoável”, assim como o período de férias escolares e de festas de fim de ano, segundo palavras do ministro da Defesa, Nelson Jobim.

“Evidentemente que haverá problemas de acúmulo [de passageiros], porque observem que o fluxo nos nossos terminais não é bom, não conseguimos ainda resolver o problema do fluxo e a concentração, mas a segurança está mantida e espero que, não havendo nenhum problema, inclusive meteorológico, possamos ter um grau de regularidade razoável”, disse o ministro.

A substituição da BRA pela OceanAir

A empresa aérea OcenAir passou a transportar os passageiros da BRA que já haviam adquirido pacotes turísticos, no final de semana. O ministro considerou a medida positiva. “As coisas estão andando bem, acho que conseguimos ultrapassar o problema”, concluiu Jobim.

Na sexta-feira (9), o ministro afirmou que as operações da BRA seriam assumidas pela companhia OceanAir, em acordo costurado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

O presidente da OceanAir, Germán Efromovich, garante apenas o embarque dos 27 mil passageiros que adquiriram pacotes da PNX Travel, que utilizava os serviços da BRA para os vôos, excluindo os que compraram bilhetes com datas posteriores ao anúncio de suspensão das atividades da companhia aérea.

Reformulação da Anac

A diretoria da Anac está em processo de reconstrução, com três diretores já nomeados, faltando duas vagas, incluindo a de diretor-presidente. As informações foram veiculadas pela Agência Brasil.

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Jobim enfatizou que será estabelecido um “plano de eficácia” para a instituição, além de destacar a importância do terminal de São Paulo, como centro distribuidor de vôos.

“Então, quando há problema no terminal de São Paulo, isso contamina os demais terminais, tendo em vista, inclusive, o esgarçamento da malha aérea existente”, lembrou o ministro da Defesa.